Número total de visualizações de página

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Moura - P&B










Igreja Matriz de Moura


















Interior da Igreja Matriz de Moura



Igreja Matriz de Moura

"A nova Igreja Matriz de Moura, consagrada a S. João Baptista, foi construída nos finais do século XV, no mesmo local da anterior paroquial. De planta muito simples, a Matriz desenvolve-se num rectângulo dividido em três naves - com a central mais elevada - de cinco tramos e cabeceira quadrangular. Embora não se conheça o nome do arquitecto desta igreja do gótico final, é plausível aceitar que o grande mestre régio Diogo de Arruda tenha colaborado em alguns pormenores manuelinos de excepção.
A fachada, reconstruída após o desmonoramento de inícios do século XVIII, mantém o magnífico pórtico manuelino composto por dois pares de colunelos - o interior liso e o exterior ornado de semi-esferas - que sustentam capitéis, de onde arranca um arco trilobado sobrepujado por um arco de carena coroado por pináculo.
O vão criado entre os dois colunelos é profusamente decorado com motivos vegetalistas estilizados, assim como os capitéis e o lintel. O tímpano é preenchido ao centro pelo escudo real, ladeado por duas esferas armilares e delimitado por dois pináculos assentes em mísulas adossadas aos capitéis. Compõe ainda a frontaria uma torre sineira, reduzida a duas faces, com um balcão renascentista - da autoria do mestre local João de Morais - formado por duas colunas da ordem jónica, sustentando frontão triangular que encerra uma cruz da Ordem de Avis. Este balcão foi construído para se celebrar missa aos presos da cadeia situada em frente.
O interior do templo é marcado pela sobriedade da arquitectura. É harmoniosa e serena a forma como se conjuga a arcaria gótica, assente em colunas com capitéis coroados, com os azulejos seiscentistas das capelas da abside, as credências da capela-mor, as abóbadas das capelas e as chaves da central, trabalhada com ornatos manuelinos, bem assim como os azulejos hispano-árabes dos frontais dos altares.
Merecem o nosso olhar atento a pia baptismal, aberta em espirais, e o púlpito de mármore que contém, na base, a melhor decoração estilizada de motivos naturais do gótico final."

Vila de Frades - P&B












Ermida de Santo António


A Ermida do Santo António dos Açores, situa-se no cimo do outeiro, a sudoeste de Vila de Frades, Vidigueira, distrito de Beja, Portugal.












Antiga escola de Vila de Frades




Monsaraz - P&B












Monsaraz














Rua Direita












Os sinos




Monsaraz

"Monsaraz é uma freguesia portuguesa do concelho de Reguengos de Monsaraz, com 88,29 km² de área e 977 habitantes (2001).Densidade: 11,1 h/km².

Antiga sede de concelho, transferida pela primeira vez em 1838 e definitivamente em 1851 para a então vila deReguengos de Monsaraz, hoje cidade. É importante não confundir Reguengos de Monsaraz com Monsaraz. São duas localidades distintas separadas por cerca de 15 quilómetros.

A vila de Monsaraz foi conquistada aos mouros, em 1167, pelos homens de Geraldo Sem Pavor. O primeiro foral veio a ser concedido por D. Afonso III, em 15 de Janeiro de 1276. O castelo de Monsaraz desempenhou ao longo dos séculos o papel de sentinela do Guadiana, vigiando a fronteira com Castela. A vila chegou a administrar três freguesias: a Matriz de Santa Maria da Lagoa, Santiago e São Bartolomeu.

Foi sede do concelho até 1838, quando esta função passou para a freguesia de Reguengos.

Tem como Presidente desde 2005, Jorge Miguel Martins Berjano Nunes, um dos mais jovens autarcas do Pais, eleito com apenas 24 anos.

Em 2007 Monsaraz foi uma das finalistas na escolha das 7 Maravilhas de Portugal."

Fonte ; http://pt.wikipedia.org/wiki/Monsaraz

Tavira - P&B














Igreja Matriz de Santiago
"As suas origens remontam à segunda metade do século XIII. O Rei D. Afonso III doou, em 1270, o padroado desta igreja ao Bispo e ao Cabido de Silves. Foi reconstruída, no século XVIII, na sequência do terramoto de 1755. O interior apresenta vários retábulos em talha, imagens e pinturas sacras, algumas provenientes de outros templos da cidade."






















Igreja Matriz de Santa Maria do Castelo

"Edificada no século XIII sobre a antiga mesquita do tempo da ocupação muçulmana, é um templo de três naves de alturas diferenciadas que conserva ainda vestígios góticos. A igreja ficou arruinada pelo terramoto de 1755, tendo sido reconstruída por intermédio do Bispo do Algarve, D. Francisco Gomes do Avelar, segundo um projecto neoclassicista do arquitecto italiano Francisco Xavier Fabri. O grande mérito da intervenção foi a articulação harmoniosa entre o projecto moderno de sabor classicista com o que restava da primitiva igreja, resultando numa assumida e peculiar igreja ecléctica. O arquitecto reconstruiu o templo com três naves e quatro tramos. A cabeceira e algumas capelas laterais foram reaproveitadas, constituindo importantes testemunhos do primitivo templo. Também o antigo portal gótico se manteve, integrando-se na nova lógica neoclássica da fachada principal.
Do século XVI sobrevive a capela lateral do Senhor dos Passos, construída na década de 20, sendo coberta por uma abóbada polinervada, de grande efeito arquitectónico e decorativo, constituindo um bom exemplo de interpretação local do estilo manuelino.
Aqui foram armados cavaleiros os filhos de D. João I, após a triunfante conquista de Ceuta, em 1415. É de assinalar também a presença, na capela-mor, de duas inscrições lapidares correspondentes aos túmulos dos heróis e mártires celebrizados no episódio da conquista de Tavira aos mouros. No interior da igreja, para além de alguns retábulos em talha do período barroco e rococó, destacam-se os diversos exemplares de azulejaria, de pintura e de imaginária religiosa."





Beja - P&B











Interior do castelo

















Torre castelo




Castelo de Beja

"A dominar a paisagem desta zona do Alentejo, com a sua Torre de Menagem, a Fortaleza de Beja tem as características das fortificações portuguesas, mas é suposto que as suas origens remontem à época Romana, tendo sido modificada e ampliada ao longo dos séculos. Depois de algumas tentativas de conquista desta cidade aos árabes, por D. Afonso Henriques, só em 1162, Fernão Gonçalves, a conquista, para ser de novo recuperada pelos árabes e só em 1200, a cidade é definitivamente conquistada para a coroa portuguesa, concedendo-lhe o Rei D. Afonso III, o Foral, em 1254, procedendo também á sua reconstrução, já que nessa época se encontrava muito arruinada e despovoada. Beja esteve sob o domínio árabe desde, 715, foi atacada por diversas vezes pelos reinos da península, resistindo sempre até à conquista portuguesa, sendo exemplos das tentativas de conquista, em 718, as de Afonso I de Leão e Astúrias e de Fruela I de Oviedo, terminando em 1037, com a de Fernando Magno de Leão. A Torre de Menagem deve-se ao Rei D. Dinis, que a mandou edificar em 1310, é considerada um dos melhores exemplos de arquitectura medieval, tem aproximadamente, 40 metros de altura e a escadaria de acesso possui 198 degraus. Para além de ser considerada a mais alta da Península Ibérica, tem ainda a particularidade de ter sido toda construída em mármore. À semelhança de outras cidade medievais, Beja também tinha uma cintura de muralhas que protegia a área urbana, chegou a ter sete portas principais, designadas por, «Portas de Évora», «Portas de Aviz», «Portas de Mértola», «Portas de Aljustrel», «Portas de Moura», «Portas de São Sisenando» e «Portas da Corredoura». Interessante também nesta fortificação é a Alcáçova, situada na Praça de Armas, que terá sido construída por D. João II, em 1485, para albergar os Infantes D. Isabel de Castela e D. Afonso de Portugal, considerada de grande valor patrimonial e arquitectónico."

Tavira - P&B














Antigo Convento e Igreja de São Paulo ou Nossa Senhora da Ajuda

"O antigo convento de frades eremitas de São Paulo foi fundado, em 1606. A sua igreja foi erguida dentro dos valores do “estilo chão” e apresenta uma planta de cruz latina, composta pelos volumes da capela-mor, transepto e nave única. Após a extinção das ordens religiosas, o convento foi vendido em hasta pública e o templo entregue à confraria de Nossa Senhora da Ajuda. O interior contém um interessante acervo de pintura, talha e imaginária religiosa dos séculos XVI, XVII e XVIII, em parte proveniente de outros templos da cidade e conventos extintos. Destaca-se o retábulo de Nossa Senhora do Carmo, mandado fazer, em 1730, pela Ordem terceira do Carmo ao entalhador Gaspar Martins."






















Igreja da Misericórdia

"Considerada a mais notável construção renascentista do Algarve. É da autoria do mestre pedreiro André Pilarte, que a edificou entre 1541 e 1551, depois de ter laborado na edificação do Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.
O seu domínio da linguagem renascentista está bem patente na composição e decoração do pórtico principal, em arco de volta perfeita, prodigamente decorado pela gramática procedente de gravados italianos. Este é rematado por um admirável conjunto escultórico que integra a imagem de Nossa Senhora da Misericórdia, ao centro, ladeada pelas figuras de São Pedro e São Paulo e pelas armas do reino e da cidade. Também se observa no templo uma nova consciência espacial revelada no interior de três naves de quatro tramos, evidenciando uma atitude – não plenamente concretizada – de unificação do espaço à maneira das igrejas-salão do seu tempo, sendo de destacar a decoração renascentista dos capitéis.
Do período Barroco encontramos o magnífico retábulo principal, datado de 1722, da autoria de um afamado mestre entalhador tavirense, Manuel Abreu do Ó.
De 1760 datam os 18 painéis de azulejos figurativos azuis e brancos, colocados nas paredes interiores deste templo, executados na oficina de um mestre lisboeta. Representam as obras de misericórdia espirituais e corporais e passos da vida de Cristo, faltando hoje alguns trechos.
No que respeita à pintura há a assinalar o conjunto de bandeiras processionais datadas do século XVII e a pintura setecentista de Nossa Senhora da Conceição, colocada na nave (lado do Evangelho), recentemente atribuída ao italiano Giovanni Odazzi (1663-1731). "