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terça-feira, 7 de junho de 2011

Quelfes




















































Igreja Matriz de Quelfes

"A sua origem antiga é denunciada pela porta lateral gótica.

O portal principal, em estilo renascença (séc. XVI) é muito singelo.

Interior amplo, com três naves. Na capela-mor, um arco do período de transição manuelino para a renascença, decorado com cachos de uvas e parras, uma abóbada nervurada com florões (séc. XVI). Imagens do séc. XVIII.

Originalmente Quelfes pertenceu à Freguesia de S. Pedro de Faro e só passou a constituir uma freguesia autónoma por volta de 1614 (segundo Ataíde de Oliveira) ou mesmo antes de 1575. Realça-se que nessa época, Olhão era um pequeno povoado que também estava incluído na freguesia de Quelfes (só em 1695 Olhão iria formar uma freguesia autónoma). Finalmente, em 1826 tanto a freguesia de Quelfes como a freguesia de Olhão deixaram de pertencer ao Termo (Concelho) de Faro, atendendo à criação do Termo de Olhão, ao qual passaram a pertencer.

Embora a aldeia de Quelfes seja muito pequena, a sua freguesia actualmente abarca uma área que inclui uma parte da própria cidade de Olhão e a ilha da Armona."

Fonte; http://www.olhao.web.pt/visitar_quelfes.htm

Barril








































Barril

"A Praia do Barril pertence ao sistema de ilhas denominadas ilha-barreira. Para chegar à Praia do Barril poderá fazê-lo utilizando o comboio ou indo a pé, optando assim, por uma deslocação mais saudável e ecológica. A segunda hipótese possibilita, também, uma melhor observação de grande variedade de espécies animais e vegetais.

Na travessia do sapal, e durante a baixa-mar, poderá observar uma espécie de caranguejo, a Boca Cava-Terra (Uca tangeri), assim como algumas aves aquáticas, tal como o Perna-longa (Himantopus himantopus).

Ao longo do sistema dunar podemos encontrar espécies de vegetação como a Aetheorhiza bulbosa, a Ammophila arenaria (estorno), a Anagallis monelli, a Armeria pungens (Armeria) e a Eryngium maritimum (cardo marítimo).

Na zona dunar, em frente aos estabelecimentos de restauração, podemos observar o Cemitério das Âncoras. O Arraial, que hoje está recuperado e a funcionar como apoio de praia, servia há algumas décadas atrás, para albergar os pescadores da faina do atum e as respectivas famílias.

A Praia do Barril tem sido, desde 1987, galardoada com Bandeira Azul e distingue-se pela qualidade do seu ambiente limpo e saudável e por possuir serviços de limpeza, segurança e informação aos utentes. "