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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Mértola - P&B














Torre do relógio



















Panorâmica


















Arruamento














Telhados e o Guadiana




Mértola, a Vila Museu

"Mértola é uma vila portuguesa do distrito de Beja, região do Alentejo e subregião do Baixo Alentejo, com cerca de 3 100 habitantes. A vila encontra-se situada numa elevação na margem direita do rio Guadiana, imediatamente a montante da confuência da ribeira de Oeiras.

É sede de um dos maiores municípios de Portugal, com 1 279,40 km² de área e 7 332 habitantes (2009), subdividido em 9freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Beja e de Serpa, a leste pela Espanha, a sul por Alcoutim e a oeste por Almodôvar e por Castro Verde.

Chamada Myrtilis Iulia (ou Mirtylis Iulia) na Antiguidade pelos Romanos, seguiu-se-lhe a ocupação visigótica e finalmentemuçulmana; por esta época era chamada de Mārtulah. Importante porto de rio, dominava o Guadiana alcantilada no seu castelo; só seria conquistada aos Mouros em tempo do rei Sancho II de Portugal, pelo comendador da Ordem de Santiago, Paio Peres Correia, em 1238."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Mértola

Vidigueira _ P&B




















Ermida de São Rafael

"A ermida de S. Rafael está replecta de recordações históricas. Mandada erigir pelo 4º conde da Vidigueira, D. Francisco da Gama, para ser depositária da imagem do santo que acompanhou Vasco da Gama à Índia.

No século XIX, a ermida foi profanada e caiu em ruinas. A imagem foi transferida para o Recolhimento do Espírito Santo. Aquando da trasladação dos restos mortais de Vasco da Gama para o Mosteiro dos Jerónimos a imagem acompanhou-o como já antes o fizera nas suas viagens e onde ficou colocada, sendo mais tarde transferida para o museu da Marinha.

Em 1912, a ermida foi restaurada pela Câmara Municipal que, mais tarde, nos anos 80 mandou restaurar também o seu interior."
















Igreja de São Francisco

"A igreja tem uma só nave e duas capelas. A rainha D. Maria I, ofereceu as peças mais valiosas da matriz: a imagem de Cristo Crucificado, os santos negros e a figura de Nossa Senhora das Relíquias.

A imagem de Nossa Senhora das Relíquias está colocada no altar-mor, numa redoma azul com adornos dourados, por cima do sacrário. O seu valor provém da antiguidade e dos vários séculos de veneração pelas gentes da Vidigueira e visitantes de outras terras."




















Igreja da Misericórdia da Vidigueira

"A igreja da Misericórdia foi edificada em 1592 e reconstruida em 1688, após um incêndio ocorrido no ano anterior. Está virada para poente e tem a sua lateral virada para a Praça da Républica.

Contém vários aspectos dignos de observação tais como os painéis de azulejos das autorias de António Pereira e de Gabriel del Barco. Na capela-mor da igreja pode observar-se a imagem de Cristo Crucificado, oferecida por D. Brites de Vilhena. Na mesa do altar permanece a imagem de Cristo morto contemplada por figuras em baixo-relevo. A porta da antiga Capela do Santíssimo data do final do século XVIII."

Santuário de Santa Luzia






















































Santuário de Santa Luzia

"A Basílica ou Templo do Sagrado Coração de Jesus, mais conhecido por Templo de Santa Luzia está situada no alto do monte deste nome, na cidade de Viana do Castelo, em Portugal, donde se vislumbra uma vista ímpar da região, que concilia o mar, o rio Lima(lethes) com o seu vale, e todo o complexo montanhoso, panorama considerado um dos melhores do mundo segundo a National Geographic.

O projecto da igreja é do arquitecto Miguel Ventura Terra, com óbvia inspiração na Basílica de Sacré Cœur em Montmartre, Paris.

O início dos trabalhos foi em 1903 por iniciativa do padre António Martins Carneiro.

Ventura Terra seria substituído em 1925 pelo arquitecto Miguel Nogueira que orientou a última fase das obras. Edificada sobre uma planta em forma de cruz grega. A sua arquitectura tem elementos neo-românicos, bizantinos e Góticos."




Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Santuário_de_Santa_Luzia

Cabo de São Vicente - P&B













































Cabo de São Vicente

"O cabo de São Vicente é um cabo situado no extremo sudoeste de Portugal continental, na freguesia de Sagres, concelho deVila do Bispo. Fica 4 km a oeste e 3 km a norte da Ponta de Sagres, o antigo "Promontorium Sacrum" romano, dedicado ao deus Saturno, e onde se situa uma antiga fortaleza visitável (Fortaleza de Sagres).

Em Lagos, a 25 km do cabo para leste, o Infante D. Henrique teria estabelecido a sua escola de navegação (Escola de Sagres) no século XV, que impulsionou os Descobrimentos portugueses. O pesquisador Luís de Albuquerque demonstrou tratar-se de um mito.

Do cabo é possível apreciar a passagem dos navios que transitam entre o Mar Mediterrâneo e o norte da Europa.

O Cabo de São Vicente faz parte do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.

Estrabão (63 ou 64 a.C. - 23 d.C.), numa descrição da Península Ibérica, começou pelo Cabo de São Vicente, chamando-o desde logo "Cabo Sagrado", dizendo:

Este cabo é o ponto mais a ocidente, não só da Europa, mas de todo o mundo habitado. (...) Além disso, o país adjacente a este cabo é chamado de "Cuneus" na língua latina, logo significando a sua forma de cunha. Mas para o cabo em si, que se projecta para o mar, Artemidoro (que visitou o local, como ele diz) assemelha-se a um navio; e ele diz que três pequenas ilhas ajudam a dar essa forma, uma dessas ilhas ocupa a posição do bico do navio, e as outras duas, que têm locais de ancoragem algo bons, ocupam a posição de cabeças-de-gato. Quanto a Héracles, diz ele, não existe nem um templo seu para ser visto no cabo (como Ephorus diz erradamente), nem um altar em sua honra, ou para nenhum outro deus, mas somente pedras em muitos locais, deitadas em grupos de três ou quatro, que de acordo com um costume nativo são giradas por aqueles que visitam o local, e então, depois de derramar uma libação, são movidas de volta. Não é regra, diz ele, ocupá-lo durante esse tempo; mas aqueles que vêm ver o lugar passam a noite na aldeia vizinha, e então entram no lugar de dia, levando água com eles, dado que não há água lá.

Depois desta descrição no seu livro Geographia, continua a citar relatos de o Sol poder ser cem vezes maior no Cabo de São Vicente ao pôr-do-sol, ou que a noite possa vir abruptamente. Mas, como ele diz, se ninguém põe o pé no local à noite, como podem saber se este fenómeno é, ou não, verdadeiro. Uma explicação que deu, segundo fontes, era de que poderia ser um efeito visual."

Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_de_São_Vicente

Fuseta - P&B





















































"Fuseta é uma freguesia portuguesa do concelho de Olhão do distrito de Faro, situando-se na região do Sotavento Algarvio, com 0,36 km² de área e 2 146 habitantes (2001). Densidade: 5 961,1 hab/km². Pertenceu ao concelho de Tavira até 1876.

A Fuseta, segundo os relatos históricos mais antigos datados de 1572, era conhecida por “Fozeta” (diminutivo de foz) o que teria tido origem no facto de ali desaguar um ribeiro chamado “ribeiro do tronco”. É descrito como um sítio que pouco a pouco se foi desenvolvendo e aumentando em população até constituir um lugar. Desconhece-se a data em que ali se terá começado a constituir um aglomerado populacional. De início apenas existiam algumas cabanas que serviam para guardar utensílios das armações de pesca que se lançavam naquele local.

Seja como for, a Fuseta não é tão recente como se julga. Já na época das Descobertas se ouvia falar dela, tanto assim que os seus pescadores partiram nas caravelas e, com Gaspar Corte-Real, nobre residente nestas paragens, descobriram a Terra Nova em 1500. Talvez por isso, foram os primeiros portugueses a aventurarem-se nestes mares para a difícil pesca do bacalhau.

Fuseta era a antiga freguesia de Nossa Senhora do Carmo, um curato do concelho de Tavira, ao qual pertenceu, tendo ainda estado anexa à freguesia de Olhão. O seu povoamento iniciou-se com algumas cabanas que eram usadas pelos pescadores para guardar todos os aprestos utilizados na pesca de armação praticada neste local. Mais tarde o número de cabanas foi aumentando, dando-se a fixação de pescadores que desejavam ter uma maior comodidade na barra.

A Capela de Nossa Senhora do Carmo já existiria na freguesia no ano de 1758, numa construção erigida na sequência de um voto feito a essa Santa, devido a um fausto acontecimento. A povoação cresceu de tal forma que os moradores, cento e trinta e dois no total, requereram ao bispo do Algarve, D. Francisco Gomes de Avelar, a independência da freguesia que se encontrava anexada aMoncarapacho, em 1784. A 12 de Março desse ano, a autorização foi concedida pelo bispo D. André, criando-se uma coadjutoria anexa à freguesia na condição de que, se a povoação crescesse mais, seria totalmente separada de Moncarapacho, pagando 9 mil réis ao pároco por ano, 6 mil dos quais seriam aplicados, anualmente, na confraria do Santíssimo Sacramento da Fuseta.

Há registo de que a povoação teria noventa pescadores e seis barcos de pesca em 1790, indo estes pescar para os mares de Laraxe, entre Abril e Setembro. De Outubro ao final da Quaresma a faina tinha por destino os mares de Setúbal, sendo o pescado escoado emLisboa. No ano de 1835, a freguesia ficou isenta de pagar a quantia que devia por determinação do governador do bispado, Dr. António de Santo Ilídio da Fonseca e Silva. Foi neste mesmo ano que o mesmo determinou a construção da igreja paroquial, tendo sido visitada pelo rei D. Carlos I, em 1898. Foi edificada num local elevado, sendo assistida pelos rendimentos do compromisso marítimo de 1825 que separou Fuseta de Tavira. Os pescadores contribuíam não só para o sustento do pároco, mas também para a fábrica da igreja. Os pescadores que iam para as águas de Setúbal davam oitocentos réis para o compromisso e quatrocentos e oitenta para a igreja.

A administração da fábrica da igreja era da responsabilidade de dois homens eleitos, os quais detinham os cargos de fabriqueiro e de escrivão, sendo nomeados pelos marítimos cujo presidente era o pároco. A actividade principal desta Vila continua a ser a pesca e os seus derivados, despontando actualmente o turismo, devido à praia, à proximidade da Ilha da Armona-Fuseta e ao Parque de Campismo que acolhe centenas de visitantes no Verão.

Terra de pescadores, ainda conserva muitas das suas casas de forma cúbica, rematadas por terraços - as açoteias - de onde despontam as curiosas chaminés de balã, características desta zona do Algarve."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Fuseta

Castelo de Mértola - P&B



























































Castelo de Mértola

"O Castelo de Mértola, no Alentejo, localiza-se na vila, Freguesia e Concelho de mesmo nome, Distrito de Beja, em Portugal.

Em posição dominante sobre a povoação, na confluência da ribeira de Oeiras com a margem esquerda do rio Guadiana, controlava a passagem deste último.

Do perímetro defensivo medieval, com uma área de aproximadamente 2.000 m², nos estilos românico e gótico, subsistem:

  • trechos das muralhas exteriores que circundavam a vila, alongando-se até ao rio, reforçadas por cubelos (perímetro externo);
  • o castelo (perímetro interno), com duas torres, destacando-se a de menagem.

Um torreão semi-cilindríco defende e integra o conjunto do portal de entrada do castelo. Através dele, ultrapassando-se um arco, obtém-se acesso a um corredor em cotovelo que comunica com a praça de armas. Ao centro desta, abre-se a cisterna, coberta por abóbada de berço.

A torre de menagem, de planta quadrangular, apresenta embasamento maciço e ergue-se a cerca de trinta metros de altura, coroada por ameias. O acesso ao seu interior é feito por uma porta em arco ogival, para uma ampla e alta sala, coberta por abóbada em cruzaria ogival. Atualmente, nesta sala conserva-se um valioso espólio de pedras lavradas das épocas romana, visigótica, islâmica e portuguesa até ao século XVIII."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Mértola