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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Templo de Diana
















































Templo de Diana

"O templo romano de Évora está localizado na cidade de Évora, em Portugal; faz parte do centro histórico da cidade, e foi classificado como Património Mundial pela UNESCO. É um dos mais famosos marcos da cidade, e um símbolo da presença romana em território português.

Localizado na freguesia da Sé e São Pedro, no Largo Conde de Vila Flor, encontra-se rodeado pela Sé de Évora, pelo Tribunal da Inquisição, pela Igreja e Convento dos Lóios, pela Biblioteca Pública de Évora e pelo Museu.

Embora o templo romano de Évora seja frequentemente chamado de Templo de Diana, sabe-se que a associação com a deusa romana da caça originou-se de uma lenda criada noséculo XVII. Na realidade, o templo provavelmente foi construído em homenagem ao imperador Augusto, que era venerado como um deus durante e após seu reinado. O templo foi construído no século I d.C. na praça principal (fórum) de Évora - então chamada de Liberatias Iulia - e modificado nos séculos II e III. Évora foi invadida pelos povos germânicos no século V, e foi nesta época em que o templo foi destruído; hoje em dia, suas ruínas são os únicos vestígios do fórum romano na cidade.

As ruínas do templo foram incorporadas a uma torre do Castelo de Évora durante a Idade Média. A sua base, colunas e arquitraves continuaram incrustadas nas paredes do prédio medieval, e o templo (transformado em torre) foi usado como um açougue do século XIV até 1836. Esta utilização da estrutura do templo ajudou a preservar seus restos de uma maior destruição. Finalmente, depois de 1871, as adições medievais foram removidas, e o trabalho de restauração foi coordenado pelo arquiteto italiano Giuseppe Cinatti.

O templo original provavelmente era similar à Maison Carrée de Nîmes (França). O templo de Évora ainda está com sua base completa (o pódio), feito de blocos de granito de formato tanto regular como irregular. O formato da base é retangular, e mede 15m x 25m x 3.5m de altura. O lado sul da base costumava ter uma escadaria, agora em ruínas.

O pórtico do templo, que não existe mais, era originalmente um hexastilo. Um total de catorze colunas de granito ainda estão de pé no lado norte (traseiro) da base; muitas das colunas ainda têm seus capitéis em estilo coríntio sustentando a arquitrave. Os capitéis e as bases das colunas são feitos de mármore branco de Estremoz, enquanto as colunas e a arquitrave são feitas de granito. Escavações recentes indicam que o templo era cercado por uma bacia hidrográfica."

Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Templo_romano_de_Évora

Estoi




















































Igreja Matriz de Estoi

"A Igreja Matriz de Estoi, também conhecida como Igreja de São Martinho de Estoi, é um edifício religioso, situado na Freguesia de Estoi do Concelho de Faro, no Distrito de Faro, em Portugal.
A Igreja Matriz de Estoi foi formada a partir da Ermida de São Martinho, de origem medieval, que sofreu grandes obras de ampliação quando foi aqui instalada a sede da freguesia; segundo o formulário do Primeiro Renascimento, as obras encontravam-se, em 1554, praticamente concluídas. Após a sua modificação, este templo passou a contar com três naves e quatro tramos, sem um transepto, apresentando uma cobertura única em madeira para todas as naves; a cabeceira ficou, apenas, composta pela ousia. Danificada no Sismo de 1755, foi, poucos anos depois, reparada; no entanto, foi, posteriormente, necessário reconstruir todo o edifício, tendo estas obras sido iniciadas por D. Francisco Gomes de Avelar, Bispo do Algarve, no início doSéculo XIX, com a orientação do arquitecto italiano Francisco Xavier Fabri. O novo edifício manteve, na maior parte do edifício, os traços da antiga igreja, tendo sido construída uma nova fachada, em estilo neoclassicista.
Esta igreja encerra um púlpito em mármore da região, uma custódia em prata dourada do Século XVII, e várias estátuas sacras dos séculos XVII a XIX. Anexa à igreja, encontra-se uma torre sineira."

Mina de São Domingo _ P&B






















































Mina de São Domingos

"A Mina de São Domingos e a respectiva aldeia mineira correspondem a um antigo couto mineiro localizado na freguesia de Corte do Pinto, concelho de Mértola, Portugal.

A mina tinha ligação ao porto fluvio-marítimo do Pomarão, no rio Guadiana, por meio de um caminho-de-ferro mineiro de via reduzida com cerca de 15 km de extensão.

Geologia

A mina fica situada no centro da Faixa Piritosa Ibérica da designada Zona Sul Portuguesa, onde se situam igualmente as minas deCanal-Caveira, Lousal, Aljustrel e Neves-Corvo e que se prolonga em Espanha para além das minas de Riotinto.

A massa estimada de 25 milhões de toneladas de minério explorada em São Domingos tinha uma disposição subvertical, com uma orientação aproximadamente este-oeste, com a presença predominante de pirite e, em percentagens variáveis, de blenda, calcopirite egalena. A pirite apresentava teores de enxofre entre 45% e 48%. Os teores médios de cobre e zinco eram de 1,25% e de 2 a 3%, respectivamente.

História

A história da mina de São Domingos é anterior aos tempos do Império Romano, altura em que os trabalhos se intensificaram com a exploração do chapéu de ferro que cobria a massa piritosa, para exploração de cobre, ouro e prata.

No século XIX, em 1858, tem início a exploração recente da mina pela companhia Mason and Barry, tendo-se prolongado os trabalhos por mais de um século até 1965, ano de encerramento da mina, após esgotamento do minério.

A lavra da mina nos tempos modernos foi feita a céu aberto até aos 120 m de profundidade, tendo os trabalhos continuado por meio de poços e galerias até aos 400 m.

Com o fim da mina, a aldeia mineira entra em decadência."

Fonte;

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mina_de_S%C3%A3o_Domingos

Hotel Guadiana _ P&B












































Hotel Guadiana

"Hotel histórico, classificado Monumento Nacional, com magnífica vista sobre a marina e o rio, usufruindo de uma localização privilegiada."