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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Olhão - P&B



























Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário

"Edifício setecentista, foi construído com o contributo dos pescadores, como prova uma placa com a seguinte inscrição: À custa dos homens do mar deste povo se fez este templo em que só haviam umas palhotas. A capela-mor, decorada com talha barroca tem no tecto um fresco representando a padroeira, do século XVII. Na retaguarda está a Capela de Nossa Senhora dos Aflitos, alvo de devoção dos pescadores."





















Igreja Nossa Senhora da Soledade

"Edifício construído no séc. XVIII, denominada como a “igreja pequena”. No seu interior destaca-se a imagem de Santa Luzia, sendo os retábulos do séc. XIX.
Igreja Paroquial da Fuzeta - integra imagens do séc. XVIII. O seu adro é um miradouro sobre a vila, com deslumbrante vista sobre a Ria Formosa e do mar."

Faro _ P&B




















Convento dos Capuchos

"Situado na Rua Serpa Pinto, antes Rua dos Capuchos, foi construído a partir de 1620.
Aquando da construção da cerca seiscentista ficou no seu interior.
Com o Liberalismo, foi ocupado e remodelado pela Guarda Nacional Republicana; serviu também de cadeia comarcã.
De realçar o pequeno claustro e a igreja, que apresenta uma interessante ornamentação barroca com manifestações de talha e de azulejaria.
No interior esteve instalado o Museu Arqueológico e Lapidar Infante D. Henrique, desde 1914 até que, em 1973, o espólio foi transferido para as actuais instalações, no antigo Convento de Nossa Senhora da Assumpção.
A igreja do Convento dos Capuchos tem hoje funções exclusivamente funerárias. "
Fonte;http://www.cm-faro.pt/portal_autarquico/faro/v_pt-PT/menu_turista/concelho/cultura/patrimonio_historico/monumentos/Convento+dos+Capuchos.htm





















Igreja Nossa Senhora do Carmo

"A Igreja de Nossa Senhora do Carmo ou Igreja do Carmo é um edifício "notável da cidade de Faro, situado no Largo do Carmo.
Foi fundada em 1713 pelo Bispo D. António Pereira da Silva, tendo sido responsável pelo projecto inicial o Padre Frei Manuel da Conceição, de Lisboa. Em meados do mesmo século o edifício sofreu grande remodelação e acrescentos, tendo-se destruído a fachada original. O novo traçado foi concebido pelo mestre pedreiro Diogo Gonçalves, em 1747. As obras prolongaram-se até 1878 (nomeadamente com a construção das torres da fachada).
Merecem destaque no interior do edifício a ornamentação da sacristia, o acervo de imaginária da Procissão do Triunfo e uma Capela dos Ossos."












Porto de Recreio de Faro

Parque da Nações _ P&B



























Parque das Nações

"O Parque das Nações é a designação actual da antiga Zona de Intervenção da Expo, que inclui o local onde foi realizada a Exposição Mundial de 1998 e ainda todas as áreas sob administração da ParqueExpo, S.A. Esta área tornou-se, entretanto, um centro de actividades culturais e um novo bairro da cidade, com perto de 15.000 habitantes (prevendo-se que o total de população seja de 25.000, daqui a poucos anos), com várias instituições culturais e desportivas próprias. O Parque das Nações é actualmente considerado como o bairro mais seguro e mais bem frequentado da cidade de Lisboa.

A sua arquitectura contemporânea, os espaços de convívio e todo o projecto de urbanização e requalificação urbana trouxeram nova dinâmica à zona oriental da cidade de Lisboa que, em 1990, ainda era uma zona industrial.

Destacam-se, como exemplos da arquitectura presente no Parque das Nações, as abóbadas das plataformas da Gare do Oriente, deSantiago Calatrava, impondo a sua linha arquitectónica; o Pavilhão de Portugal, do arquitecto português Álvaro Siza Vieira, que tem por entrada uma imponente pala de betão pré-esforçado, que se baseia na ideia de uma folha de papel pousada em dois tijolos, abrindo o espaço à cidade para albergar os diversos eventos que um espaço desta escala acolhe.

O Parque dispõe de um Pavilhão do Conhecimento, um moderno museu de ciência e tecnologia com várias exposições interactivas; umteleférico transporta os visitantes de uma ponta à outra da área da antiga exposição. De referir ainda o Pavilhão Atlântico, a emblemáticaTorre Vasco da Gama, o edifício mais alto da cidade, o Oceanário de Lisboa, um dos maiores aquários do mundo.

Aproveitando a sua localização geográfica, o parque orgulha-se também da sua moderna marina. A Marina Parque das Nações, apresenta 600 postos de amarração destinados a embarcações de recreio, assim como infra-estruturas, preparadas para acolher grandes eventos da actividade náutica, dispondo para o efeito de um cais de eventos e uma Ponte Cais não só para embarcações de cruzeiro ou históricas de grande porte mas também como área de apoio para eventos em terra. A marina ganha assim uma côr especial, ao estar situada em plena reserva natural do estuário do Tejo.

O Parque das Nações é administrado, actualmente, pela ParqueExpo, S.A. A zona pertencente ao Concelho de Lisboa irá ser transferida para a administração da Câmara Municipal de Lisboa no início de 2006. A zona pertencente ao Concelho de Loures ainda não tem data de transferência negociada.

Legalmente, o Parque das Nações divide-se pelas freguesias de Santa Maria dos Olivais, no Concelho de Lisboa, e de Moscavide e Sacavém, no Concelho de Loures. Vários sectores da população do Parque e algumas entidades defendem a criação da Freguesia do Oriente, no Concelho de Lisboa, que englobe as três áreas numa só administração, de forma a que o fim da gestão urbana da ParqueExpo, S.A. não signifique o retalhar do Parque das Nações.

Existem já várias entidades e organizações com origem na comunidade residente do Parque das Nações, como, por exemplo, o Clube Parque das Nações, a Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações, para além de empresas e instituições variadas."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_das_Nações