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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Évora






























































Évora

"ÉVORA, cidade histórica no coração do Alentejo, é herdeira de um rico e variado património cultural, construído e preservado ao longo do tempo. Fundada pelo povo romano e por este denominada Ebora Liberalitas Iulia, a cidade foi a praça-forte que alicerçou, no Além-Tejo, a formação do novo reino de Portugal durante a Reconquista cristã peninsular do séc. XII. Após a consolidação das fronteiras com Castela, vários reis aqui fixaram a sua corte, particularmente na período das descobertas marítimas, época em que, orgulhosamente, exibiam títulos e senhorios de terras tão distantes como a Guiné, Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia.O património histórico e artístico que hoje se preserva na cidade resultou em boa medida dessa longa permanência da monarquia portuguesa. O conjunto monumental que esses tempos áureos legaram à cidade, em harmonia com o tecido urbano de cariz popular, estão na base da classificação de Évora como Património Cultural da Humanidade, desde 1986.
Além deste património único no país, a região em torno de Évora tem muito mais para oferecer ao visitante. É o caso da singular paisagem arqueológica megalítica, uma das mais antigas e monumentais da Europa, perfeitamente integrada na paisagem rural envolvente, de que o recinto megalítico dos Almendres é o expoente máximo.Seja no entretecido das ruas medievais, na exuberância de palácios, mosteiros e igrejas, nos espaços de convívio e de degustação dos requintados paladares da cozinha tradicional, Évora esconde o encanto próprio das cidades antigas. Mas sobre essa matriz histórica ela reassume-se, novamente, como pólo de desenvolvimento regional face aos grandes desafios do futuro através da criação de grandes equipamentos, da aposta na qualificação de produtos e serviços de excelência na área do Turismo, da intensa oferta cultural, a par da criação de infra-estruturas urbanas que dão prioridade ao bem estar dos seus habitantes.Por todas estas razões o turista e visitante encontrará em Évora um excepcional património cultural, coexistindo, em harmonia, com os melhores padrões de qualidade de vida do país. Motivos sobejos para não deixar de a conhecer e descobrir … e, seguramente, desejar voltar."

Fonte; http://www2.cm-evora.pt/guiaturistico/saiba_mais.htm

Forte Nossa Senhora da Rocha












































Forte da Nossa Senhora da Rocha

"O Forte da Nossa Senhora da Rocha, também denominado Castelo de Porches, localiza-se na vila de Porches, concelho de Lagoa (Algarve), Distrito de Faro, em Portugal.
AntecedentesA toponímia Porches remonta a um povoado Romano, nas imediações da atual vila. Com localização privilegiada, num promontório em posição dominante sobre a costa, entre as antigas Ossonoba (hoje Faro) e Lacobriga (hoje Lagos), protegia a praia e um pequeno porto, único acesso a esse trecho do litoral. Embora carecendo de pesquisas arqueológicas, os estudiosos acreditam que, à época da Invasão muçulmana da Península Ibérica, o local também terá tido utilização militar.

O castelo medieval
Não foram localizadas informações elucidativas sobre este castelo, a não ser que o mesmo foi doado por D. Afonso III (1248-1279) a seu chanceler, D. Estevão, por documento passado na povoação de Santa Maria de Faro, com data de Fevereiro de 1250. O atual forte tem em, seu interior, uma ermida, cuja data de construção é desconhecida: de acordo com uma lenda local a sua construção está ligada a uma aparição da Virgem, tendo D. Dinis mandado construir a fortificação para a proteger.

Do forte aos nossos dias
Sabe-se que D. João III (1521-1557) mandou erguer o forte para defender a praia dos piratas mouros. Em finais do século XVI, época em que Tomé Gonçalves é mencionado como seu governador, é referida a existência de um forte no local.No início do século XIX, essa estrutura já se encontrava grandemente danificada (1821), com extensos troços de seu perímetro original destruídos pela erosão marítima que, solavanco a base da falésia, conduziam à sua progressiva derrocada.
O Forte e a Capela de Nossa Senhora da Rocha encontram-se classificados como Imóvel de Interesse Público por Decreto publicado em 25 de Outubro de 1963, época em que sofreram intervenção parcial de consolidação e restauro, trabalhos a cargo da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN)."

Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_Nossa_Senhora_da_Rocha