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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Centro Histórico de Évora
















Praça do Giraldo


































Templo de Diana




















Arcadas

Cento Histórico de Évora

"A cidade-museu de Évora tem raízes que remontam ao tempo do Império Romano. A cidade ainda conserva, em grande parte no seu núcleo central, vestígios de diversas civilizações e culturas: Celtas, Romanos, Árabes, Judeus e Cristãos influenciaram a cultura eborense. Atingiu a sua época dourada no século XV, quando se tornou residência dos reis de Portugal. A qualidade arquitectónica e artística do casario branco ou decorado com azulejos e varandas de ferro forjado, datadas dos séculos XVI a XVIII, é única. Os monumentos da cidade tiveram também profunda influência na arquitectura portuguesa no Brasil.

O Centro Histórico de Évora, formado por ruas estreitas e travessas, pátios e largos, tem uma área de 107 hectares e é claramente demarcado pelas muralhas medievais, com extensão de mais de 3 km.

No lado sul da antiga Cerca encontra-se a Praça do Giraldo, da qual divergem as vias principais em estrutura radial."

Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Histórico_de_Évora

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Castelo de Beja
















































Castelo de Beja

"A dominar a paisagem desta zona do Alentejo, com a sua Torre de Menagem, a Fortaleza de Beja tem as características das fortificações portuguesas, mas é suposto que as suas origens remontem à época Romana, tendo sido modificada e ampliada ao longo dos séculos. Depois de algumas tentativas de conquista desta cidade aos árabes, por D. Afonso Henriques, só em 1162, Fernão Gonçalves, a conquista, para ser de novo recuperada pelos árabes e só em 1200, a cidade é definitivamente conquistada para a coroa portuguesa, concedendo-lhe o Rei D. Afonso III, o Foral, em 1254, procedendo também á sua reconstrução, já que nessa época se encontrava muito arruinada e despovoada. Beja esteve sob o domínio árabe desde, 715, foi atacada por diversas vezes pelos reinos da península, resistindo sempre até à conquista portuguesa, sendo exemplos das tentativas de conquista, em 718, as de Afonso I de Leão e Astúrias e de Fruela I de Oviedo, terminando em 1037, com a de Fernando Magno de Leão. A Torre de Menagem deve-se ao Rei D. Dinis, que a mandou edificar em 1310, é considerada um dos melhores exemplos de arquitectura medieval, tem aproximadamente, 40 metros de altura e a escadaria de acesso possui 198 degraus. Para além de ser considerada a mais alta da Península Ibérica, tem ainda a particularidade de ter sido toda construída em mármore. À semelhança de outras cidade medievais, Beja também tinha uma cintura de muralhas que protegia a área urbana, chegou a ter sete portas principais, designadas por, «Portas de Évora», «Portas de Aviz», «Portas de Mértola», «Portas de Aljustrel», «Portas de Moura», «Portas de São Sisenando» e «Portas da Corredoura». Interessante também nesta fortificação é a Alcáçova, situada na Praça de Armas, que terá sido construída por D. João II, em 1485, para albergar os Infantes D. Isabel de Castela e D. Afonso de Portugal, considerada de grande valor patrimonial e arquitectónico"

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Água de Peixes - Alvito








































Solar de Água de Peixes

"O Solar de Água de Peixes data do início do século XVI e, de algum modo, inspira a tradição do "monte alentejano". Desenvolve-se em torno de um pátio central, com planta regular. Revela um cruzamento estilístico entre o gótico e o manuelino, com elementos decorativos de claras influências mouriscas. Decoram o edifício janelas geminadas com arcos de ferradura, de tijolo. No exterior a capela ostenta típicos contrafortes cilíndricos. É residência particular, actualmente."

Baixo Alentejo









































Baixo Alentejo


"
A região do Alentejo é grande parte do Sul de Portugal, logo acima do Algarve. Nesta região encontramos cidades como Setúbal, Portalegre, Beja… faz fronteiras com oAlgarve pelo sul, comLisboa a norte, com o Oceano Atlântico a oeste e a leste com aEspanha. O Alentejo é uma região que uma área de mais de 30 000 quilómetros quadrados, practicamente uma terça parte dePortugal e sua população é de cerca de um milhão de habitantes, apenas um 7% da população.

O Alentejo, está subdividida em várias zonas, o Alentejo Central, o Litoral, o Alto Alentejo, o Baixo Alentejo, Lezíria do Tejo (Antigo Ribatejo). São mais de 50 os municípios que encontramos nesta região, onde o turismo é uma importante fonte de rendimento. Encontra-se cidades como Cacém,Sines, Portalegre, Setúbal, Beja, Odemira, todas elas cheias deapartamentos, casas rurais,moradias, casas de praia, hotéis e todos os tipos de Alojamento onde poderá desfrutar das suas férias.

O Alentejo é uma região que se encontra numa planície, sem grandes altitudes, onde o descanso e a tranquilidade será uma mais-valia para umas desejadasférias, uma paisagem que se junta com os sobreiros e as oliveiras, tudo rodeado por muralhas, que representam a história desta terra, as suas muralhas, as terras, a natureza, o campo torna o Alentejo numa zona única de Portugal.

Um destino turístico por excelência pode ser encontrado em Zambujeira do Mar, ou Vila Nova de Mil Fontes sem esquecer lugares como Évora, com as suas ruínas romanas, o seu cheiro de história ou Setúbal com as suas praias, qualquer tipo de hotel eapartamentos.

Evidentemente, não se pode esquecer do deliciosopeixe ou marisco desta região de Portugal, que olha pelo mar e pelo interior, mas acima de tudo olha para o passado ao mesmo tempo que preserva um dos mais ricos patrimónios históricos que podem ser encontrados."

Fonte ; http://alentejo.costasur.com/

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Viana do Alentejo














































Viana do Castelo

"Arquitectura militar. Gótica. Monumento típico da arquitectura militar da fase alentejana da reconquista e repovoamento, embora em cota relativamente mais baixa do que os seus congéneres como Portel.
Acesso: Viana do Alentejo, na cota suprema do pequeno monte onde se implanta a Vila, bem visível
Protecção: MN, Dec. 16-06-1910, DG 136 de 23 Junho 1910, ZEP, DG 150 de 30 Junho 1948
Enquadramento: Urbano, na cota suprema de pequena elevação encaixada na vertente N. da Serra de Viana, isolado na periferia da Vila, em destaque
Descrição: Edifício de planta pentagonal, ligeiramente irregular, com a base exposta a S. e a ponta a N., constituído pela articulação de 5 cortinas de muralha, constituindo os lados da figura e 5 torreões cilíndricos fazendo os vértices. Cobertura de adarve sobre as cortinas e de coruchéus de alvenaria exposta sobre os torreões. As fachadas, respectivamente a S., E., O., NE. e NO., rasgadas apenas por estreitas frestas seteiras, são rematadas por merlões e ameias; nas cortinas expostas a S. e a NO. Rasgam-se respectivamente as portas da Matriz, principal, e a da Misericórdia, que se abre directamente para o nártex do templo.
Utilização Inicial: Militar / Residencial
Utilização Actual: Marco histórico-cultural (encerrado)
Propriedade: Pública: estatal
Afectação: IPPAR, DL 106F/92, de 01 Junho
Época Construção: séc. 14
Cronologia: 1313 - fundação, doação do Rei D. Dinis de 100 Lbrs para edificação do Castelo; 1490 (c.) - levantamento e reboco da cortina, ameias e coruchéus
Tipologia: Arquitectura militar. Gótica. Monumento típico da arquitectura militar da fase alentejana da reconquista e repovoamento, embora em cota relativamente mais baixa do que os seus congéneres como Portel (070905001).
Características Particulares: Castelo implantado em cota muito baixa, sujeito às elevadíssimas cumeeiras dominantes da Serra de Viana
Dados Técnicos: Estrutura autónoma, paredes autoportantes
Materiais: Alvenaria de pedra
Bibliografia: ALMEIDA, João de, Roteiro dos Monumentos Militares Portugueses, III, Lisboa, 1948; ESPANCA, Túlio, Distrito de Évora, Concelho de Viana do Alentejo, in Inventário Artístico de Portugal, XIX, SNBA, 1978.
Documentação Fotográfica: DGEMN: DSID
Intervenção Realizada: 1940 - Reparo geral, concerto de paramentos da cortina e ameias"


Pechão

































Pechão

"Pechão é uma freguesia portuguesa do concelho de Olhão, com 20,31 km² de área e 3 033 habitantes (2001). Densidade: 149,3 hab/km². A sua principal actividade é a agricultura.

Pechão é capital de freguesia desde 1593, pertencente ao Termo de Faro, e só em 1826 foi integrada no Termo de Olhão.

É uma pequena aldeia rural, onde abundam as amendoeiras e figueiras que se situa a cerca de 4 km de Olhão e de Faro.

A pequena Igreja de Pechão destaca-se por se encontrar no ponto mais alto da localidade. Daqui encontra-se uma bonita vista que alcança toda a região até ao mar.

Uma curiosidade interessante é que anexa à Igreja, e em plena rua, vemos uma pequena Capela dos Ossos.

Podemos ainda visitar a Fonte Velha, a Casa-Museu de Pechão e o Chalé de Belamandil, o Solar do Torrejão, os moinhos de costa e a nora dos 3 engenhos em Belamandil.

Foi recentemente inaugurado no Largo da Igreja uma pequena galeria onde se realizam exposições temporárias de pintura."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Pech%C3%A3o

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ria Formosa















Ria formosa em Torre D´Aires














Ria Formosa em Olhão














Ria Formosa em Cacela Velha