Número total de visualizações de página

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Rio Guadiana














Mértola















Vila Real de Stº António














Montinho das Laranjeiras















Alcoutim

Rio Guadiana

"O rio Guadiana é um rio internacional da Península Ibérica que nasce a uma altitude de cerca de 1700m, nas lagoas deRuidera, na província espanhola de Ciudad Real, renasce nos Ojos del Guadiana e desagua no Oceano Atlântico (mais precisamente no Golfo de Cádis), entre a cidade portuguesa de Vila Real de Santo António e a espanhola de Ayamonte. Com um curso total de 829 km, é o quarto mais longo da Península Ibérica. A bacia hidrográfica tem uma área de 66 800 km², situada, em grande parte, em Espanha (cerca de 55 000 km²).

Percorre a Meseta Sul na direcção leste-oeste e, perto da cidade espanhola de Badajoz, toma o rumo sul até à foz. O Guadiana faz por duas vezes fronteira entre Portugal e Espanha. Primeiro entre o rio Caia e a ribeira de Cuncos, e depois desde o rio Chança até à foz. O primeiro sector da fronteira não está demarcado entre a ribeira de Olivença e a ribeira de Táliga, devido aolitígio fronteiriço de Olivença.

O Guadiana é navegável até Mértola numa distância de 68 km. No seu curso português foi construída a Barragem de Alqueva, na região do Alentejo, que criou o maior lago artificial da Europa.

Os seus principais afluentes são, pela margem direita: Záncara, Ciguela, Bullaque, Dejebe e a Ribeira do Vascão. Pela margem esquerda são afluentes principais o Guadiana Alto, Azuer, Jabalón, Zújar, Matachel, Ardila e o Chança."

Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Guadiana


Pequenas Abelhas

























A Primavera

"A primavera (AO 1945: Primavera) é a estação do ano que se segue ao Inverno e precede oVerão. É tipicamente associada ao reflorescimento da flora e da fauna terrestres.

A Primavera do hemisfério norte é chamada de "Primavera boreal", e a do hemisfério sul é chamada de "Primavera austral". A "Primavera boreal" tem início, no Hemisfério Norte, a 21 de Março e termina a 21 de Junho. A "Primavera austral" tem início, no Hemisfério Sul, a 23 de Setembro e termina a 21 de Dezembro.

Do ponto de vista da Astronomia, a primavera do hemisfério sul inicia-se no equinócio de Setembro e termina no solstício de Dezembro, no caso do hemisfério norte inicia-se no equinócio de Março e termina no solstício de Junho.

Como se constata, no dia do equinócio o dia e a noite têm a mesma duração. A cada dia que passa, o dia aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando, assim, a insolação do hemisfério respectivo.

Estas divisões das estações por equinócios e solstícios poderão ser fonte de equívocos, mas deve-se levar em conta a influência dos oceanos na temperatura média das estações. Na Primavera do hemisfério sul, os oceanos meridionais ainda estão frios e vão aos poucos aquecendo, fazendo a Primavera ter temperaturas amenas ao longo da estação."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Primavera

Mértola



























Mértola

"Município fronteiriço português, pertencente ao distrito de Beja, compreendendo 9 freguesias (Alcaria Ruiva, Corte do Pinto, Espírito Santo, Mértola, São João dos Caldeireiros, São Miguel do Pinheiro, São Pedro de Solis, São Sebastião dos Carros e Santana de Cambas). Em termos demográficos, a população, em 1991, era constituída por cerca de 9800 residentes para uma área bruta de 1279 km2 e a variação da população residente entre 1960 e 1991 foi de -62%.

A economia municipal assenta na pesca, agro-pecuária, silvicultura, comércio retalhista, indústria alimentar e turismo (restauração e hotelaria), destacando-se ainda o papel da administração local e de algumas actividades de prestação de serviços sociais, privados e públicos.

Localizada a sudeste da cidade de Beja, a nordeste da vila de Alcoutim e a sudoeste da vila de Serpa, a vila de Mértola é sede de município e registava uma população de cerca de 1300 residentes em 1991.

património

Raro, valioso e objecto de grande interesse a partir da década de 80, pelas potencialidades arqueológicas que ainda se perspectivam, o património mais significativo inclui as ruínas da ponte-cais (cuja fundação é atribuída a épocas anteriores à cristandade), as ruínas da basílica paleocristã, ainda sob trabalho arqueológico (datada dos primeiros séculos da nossa era, apresenta uma rara colecção de lápides funerárias e pensa-se ter sido utilizada como necrópole por cristãos e muçulmanos), o castelo romano-árabe (datado dos finais do século XIII), a igreja de Nossa Senhora da Assunção (provavelmente, exemplar único em Portugal de uma verdadeira mesquita), os restos do que se supõe ter sido a kaaba (lugar sagrado para os islamitas), as capelas de Nossa Senhora das Neves, de Nossa Senhora das Pazes, em Vila Verde de Ficalho, e de Nossa Senhora de Aracoeli, em Alcaria Ruiva. O rio Guadiana constitui o elemento mais significativo ao nível do património natural.

história

Mértola é uma povoação muito antiga. Foi utilizada como porto fluvial do tráfego mediterrânico, pelo menos, desde o ano 1000 a.C. Aqui se fixaram fenícios, cartagineses, suevos, visigodos, romanos (altura em que surge o topónimo de Myrtilis) e árabes.

A reconquista cristã ocorreu por volta de 1238, no reinado de D. Sancho II, tendo aqui sido instalada, pouco depois, a sede da ordem de Sant'Iago de Espada.

Recebeu foral no reinado de Afonso III, do próprio monarca, segundo alguns autores, do mestre de Sant'Iago, D. Paio Peres, segundo outros, confirmado em 1287 por D. Dinis, e foral novo, manuelino, em 1512."