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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Vila Nova de Milfontes








































Vila Nova de Milfontes

"No final da reconquista cristã, o litoral alentejano era um território escassamente povoado e desorganizado, como tal, o rei dePortugal D. Afonso III fez largas doações à Ordem de Santiago como recompensas pelo seu importante papel na guerra contra os mouros. Em 1486, D. João II fundou uma nova vila, no local chamado Milfontes, com o propósito de proteger e desenvolver as transacções comerciais. Desanexou o seu território do concelho de Sines, a que antes pertencia, e criou, deste modo, um novoconcelho que durou entre 1486 e 1836.

Por se situar na costa, esta região era frequentemente assolada por piratas, que pilhavam e assaltavam a população e as embarcações. Nos séculos XVI a XVIII, o corso magrebino afligiu as costas portuguesas de forma dramática. Para fazer face a este clima de medo e instabilidade, no final do século XVI foi mandado edificar o forte de São Clemente (castelo de Milfontes).

Vila Nova de Milfontes era uma pequena vila piscatória e como sede de concelho nunca foi um pólo atractivo (no ano de 1801 tinha apenas 1559 habitantes), perdendo este título em 1836 quando foi integrado no concelho do Cercal e posteriormente (1855) no deOdemira ao qual ainda hoje pertence.

Esta localidade está ligada ao grande feito da aviação portuguesa que foi a primeira travessia área entre Portugal e Macau, realizada por Brito Paes e Sarmento Beires. Foi a 7 de Abril de 1924 que os pilotos partiram do Campo dos Coitos, junto a Milfontes, rumo ao Oriente. Em homenagem aos aviadores e ao seu feito histórico, foi erguido na Praça da Barbacã, junto ao forte, um monumento que recorda a heróica viagem. Note-se que o Comandante Brito Paes era natural do concelho de Odemira, mais concretamente de Colos."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Vila_Nova_de_Milfontes

Fonte Pequena - Alte















































Fonte Pequena

"Na Fonte Pequena, encontramos uma alameda de calçada com árvores e canteiros de flores, assim como o pequeno painel de azulejos que homenageia Cândido Guerreiro, poeta da terra. O espaço é agradável e fresco, bom para se estar principalmente quando o sol se faz sentir, o que no Algarve não é muito difícil, diga-se de passagem.

A Fonte Pequena, assim como a Fonte Grande, constitui um dos lugares de passeios preferidos das gentes da terra e dos turistas.

Património natural, outrora de margens inclinadas e terra solta, era lugar de encontro das mulheres lavando a roupa ou aguardando a vez para se abastecerem de água.

No final dos anos 40, o lugar da Fonte Pequena foi renovado, as margens da ribeira foram amuralhadas e foi criado um parque de merendas, com bancos e mesas de pedra à sombra de choupos faiais.

Sendo a aldeia atravessada pela Ribeira de Alte, a Fonte Pequena é um dos locais mais aprazíveis e refrescantes junto à ribeira, espaço aproveitado para homenagear o poeta Cândido Guerreiro, onde se podem ler alguns dos seus mais conhecidos sonetos.

A beleza natural da Fonte e toda a sua envolvência constitui um agradável convite a todos aqueles que gostam do contacto com a natureza e procuram fugir ao stress e ao movimento das grandes cidades."


Fonte; http://web.mac.com/josecanelas/visitalte/fontes.html