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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Fuzeta






















































Fuzeta

"A Fuseta, segundo os relatos históricos mais antigos datados de 1572, era conhecida por “Fozeta” (diminutivo de foz) o que teria tido origem no facto de ali desaguar um ribeiro chamado “ribeiro do tronco”. É descrito como um sítio que pouco a pouco se foi desenvolvendo e aumentando em população até constituir um lugar. Desconhece-se a data em que ali se terá começado a constituir um aglomerado populacional. De início apenas existiam algumas cabanas que serviam para guardar utensílios das armações de pesca que se lançavam naquele local. Aliás, em 1541 há referências a um Sítio das Cabanas, que depois se uniria ao Sítio dos Moinhos, para formar a Fuseta.

Seja como for, na época das Descobertas os seus pescadores partiram nas caravelas e, com os irmãos Corte-Real, nobres que tiveram solar nestas paragens (actual sítio da Jordana), descobriram a Terra Nova em 1500. Talvez por isso, foram dos primeiros portugueses a aventurarem-se nestes mares para a difícil pesca do bacalhau.

No ano de 1758 já havia na Fuseta uma capela erigida em honra de Nossa Senhora do Carmo, contudo a nova Igreja Matriz só foi erigida em 1835.

A actividade principal desta Vila continua a ser a pesca e os seus derivados, despontando actualmente o turismo, devido à praia, à proximidade da Ilha da Armona-Fuseta e ao Parque de Campismo que acolhe centenas de visitantes no Verão (veja fotografia panorâmica de 270º desta zona).

Terra de pescadores, ainda conserva muitas das suas casas de forma cúbica, rematadas por terraços - as açoteias - de onde despontam as curiosas chaminés de balão, características desta zona do Algarve."


Fonte; http://www.olhao.web.pt/visitar_fuzeta.htm

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Vila Nova de Milfontes








































Vila Nova de Milfontes

"No final da reconquista cristã, o litoral alentejano era um território escassamente povoado e desorganizado, como tal, o rei dePortugal D. Afonso III fez largas doações à Ordem de Santiago como recompensas pelo seu importante papel na guerra contra os mouros. Em 1486, D. João II fundou uma nova vila, no local chamado Milfontes, com o propósito de proteger e desenvolver as transacções comerciais. Desanexou o seu território do concelho de Sines, a que antes pertencia, e criou, deste modo, um novoconcelho que durou entre 1486 e 1836.

Por se situar na costa, esta região era frequentemente assolada por piratas, que pilhavam e assaltavam a população e as embarcações. Nos séculos XVI a XVIII, o corso magrebino afligiu as costas portuguesas de forma dramática. Para fazer face a este clima de medo e instabilidade, no final do século XVI foi mandado edificar o forte de São Clemente (castelo de Milfontes).

Vila Nova de Milfontes era uma pequena vila piscatória e como sede de concelho nunca foi um pólo atractivo (no ano de 1801 tinha apenas 1559 habitantes), perdendo este título em 1836 quando foi integrado no concelho do Cercal e posteriormente (1855) no deOdemira ao qual ainda hoje pertence.

Esta localidade está ligada ao grande feito da aviação portuguesa que foi a primeira travessia área entre Portugal e Macau, realizada por Brito Paes e Sarmento Beires. Foi a 7 de Abril de 1924 que os pilotos partiram do Campo dos Coitos, junto a Milfontes, rumo ao Oriente. Em homenagem aos aviadores e ao seu feito histórico, foi erguido na Praça da Barbacã, junto ao forte, um monumento que recorda a heróica viagem. Note-se que o Comandante Brito Paes era natural do concelho de Odemira, mais concretamente de Colos."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Vila_Nova_de_Milfontes

Fonte Pequena - Alte















































Fonte Pequena

"Na Fonte Pequena, encontramos uma alameda de calçada com árvores e canteiros de flores, assim como o pequeno painel de azulejos que homenageia Cândido Guerreiro, poeta da terra. O espaço é agradável e fresco, bom para se estar principalmente quando o sol se faz sentir, o que no Algarve não é muito difícil, diga-se de passagem.

A Fonte Pequena, assim como a Fonte Grande, constitui um dos lugares de passeios preferidos das gentes da terra e dos turistas.

Património natural, outrora de margens inclinadas e terra solta, era lugar de encontro das mulheres lavando a roupa ou aguardando a vez para se abastecerem de água.

No final dos anos 40, o lugar da Fonte Pequena foi renovado, as margens da ribeira foram amuralhadas e foi criado um parque de merendas, com bancos e mesas de pedra à sombra de choupos faiais.

Sendo a aldeia atravessada pela Ribeira de Alte, a Fonte Pequena é um dos locais mais aprazíveis e refrescantes junto à ribeira, espaço aproveitado para homenagear o poeta Cândido Guerreiro, onde se podem ler alguns dos seus mais conhecidos sonetos.

A beleza natural da Fonte e toda a sua envolvência constitui um agradável convite a todos aqueles que gostam do contacto com a natureza e procuram fugir ao stress e ao movimento das grandes cidades."


Fonte; http://web.mac.com/josecanelas/visitalte/fontes.html

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Alvito














Igreja Matriz














Igreja da Misericórdia




















Ermida de S. Sebastião














Pousada de Alvito ( antigo castelo)

"É sede de um município com 264,81 km² de área e 2 720 habitantes (2009)[1], subdividido em 2 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Viana do Alentejo, a leste por Cuba, a sul e oeste por Ferreira do Alentejo e a oeste por Alcácer do Sal.

Os vestígios mais antigos revelam a presença humana na idade do cobre, do bronze e do ferro. Durante o século I, este foi ocupado pelos romanos, que deixaram construção ainda observavel, eg as villae de S. Romão, de S. Francisco e Malk Abraão. Também visigodos e muçulmanos ocuparam posteriormente estas antigas villae[2].

Foi finalmente conquistada pelos Portugueses em 1234, e em 1251 a povoação é doada a D. Estêvão Anes, chanceler-mor do reino, por D. Afonso III e pelos Pestanas de Évora. A partir desta data, sobretudo através da acção do Chanceler, procede-se ao seu repovoamento, passando Alvito a ser uma povoação com dimensões consideráveis para a época[2].

Em 1279 com a morte de D. Estêvão Anes, a vila fica em testamento para a Ordem da Santíssima Trindade, a qual lhe concede carta de foral a 1 de Agosto de 1280, que viria a ser confirmado por D. Dinis em 1283. Em 1387, D. João I doa Alvito a D. Diogo Lobo, em troca dos bons serviços prestados na batalha de Aljubarrota (1385) e na conquista de Évora aos espanhóis (1387), ficando a vila ligada à história desta família ao longo de todo o restante período do regime monárquico[2].

A 24 de Abril de 1475, D. Afonso V concede ao Dr. João Fernandes da Silveira, esposo de D. Maria de Sousa Lobo, o título de Barão, passando Alvito a ser a «cabeça» da primeira baronia instituída em Portugal. Nesta época já a povoação desfrutava de um crescimento acentuado, fruto da conjuntura favorável em que o reino se encontrava e que permitiu um forte crescimento populacional em todo o país[2].

Tal crescimento teve fortes repercussões na economia da vila, dado que Alvito passa a ser um dos principais centros político- económicos de todo o Alentejo, durante o período moderno, tendo quase 1700 habitantes e 364 fogos, segundo as estatísticas do senso de 1527. Este facto justifica o esplendor que se pode observar em muitos monumentos: Castelo, Igreja Matriz, Igreja da Misericórdia, Igreja de Nossa Senhora das Candeias, bem como na representatividade da arte manuelina de Alvito[2].

Na época de transição do séc. XVIII para o séc. XIX, o crescimento e prosperidade de Alvito estagnam, começando o seu declínio a partir de meados do séc. XX, sobretudo durante as décadas de 60 e 80[2]."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Alvito

Ferreira do Alentejo




















Rua Visconde de Ferreira




















Igreja Matriz




















Capela do Cálvario


Ferreira do Alentejo

"Ferreira do Alentejo é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 4 800 habitantes.

É sede de um município com 648,45 km² de área e 8 132 habitantes (2009)[1], subdividido em 6 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Alcácer do Sal e do Alvito, a leste por Cuba e por Beja, a sul por Aljustrel, a sudoeste por Santiago do Cacém e a oeste por Grândola."

Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Ferreira_do_Alentejo

Alte - Fonte Grande








































Fonte Grande

"A Fonte Grande é um postal ilustrado da aldeia cultural de Alte. Património ambiental, fonte de águas cristalinas cercadas por um arvoredo majestoso, local de merendas com mesas e bancos de pedra, é um destino de lazer que convida a belos passeios e piqueniques.

Durante séculos, as águas correntes da ribeira, abastecidas pela Fonte Grande, alimentavam a aldeia, serviam para curtir o esparto, eram utilizadas pelas lavadeiras e regavam as hortas em seu redor. Hoje, após vários melhoramentos, a Fonte Grande é uma verdadeira piscina, aproveitada por muitos para se banharem nas suas águas límpidas que dão saúde ao corpo.

Ao longo do ano recebe a visita de milhares de turistas, nacionais e estrangeiros, atraídos pela beleza da paisagem bucólica. É junto à Fonte Grande que se realizam os tradicionais festejos do 1º de Maio e festivais de folclores, que dão movimento, cor e alegria a toda a aldeia de Alte.

De salientar o bom acolhimento e a hospitalidade dos altenses, gente generosa que cultiva a arte de bem receber.

A Fonte Grande sempre foi musa inspiradora para poetas, um sítio com histórias e curiosidades, lugar de conversas e cantos em noites de luar."


Fonte; http://web.mac.com/josecanelas/visitalte/fontes.html