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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Ferreira do Alentejo




















Rua Visconde de Ferreira




















Igreja Matriz




















Capela do Cálvario


Ferreira do Alentejo

"Ferreira do Alentejo é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 4 800 habitantes.

É sede de um município com 648,45 km² de área e 8 132 habitantes (2009)[1], subdividido em 6 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Alcácer do Sal e do Alvito, a leste por Cuba e por Beja, a sul por Aljustrel, a sudoeste por Santiago do Cacém e a oeste por Grândola."

Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Ferreira_do_Alentejo

Alte - Fonte Grande








































Fonte Grande

"A Fonte Grande é um postal ilustrado da aldeia cultural de Alte. Património ambiental, fonte de águas cristalinas cercadas por um arvoredo majestoso, local de merendas com mesas e bancos de pedra, é um destino de lazer que convida a belos passeios e piqueniques.

Durante séculos, as águas correntes da ribeira, abastecidas pela Fonte Grande, alimentavam a aldeia, serviam para curtir o esparto, eram utilizadas pelas lavadeiras e regavam as hortas em seu redor. Hoje, após vários melhoramentos, a Fonte Grande é uma verdadeira piscina, aproveitada por muitos para se banharem nas suas águas límpidas que dão saúde ao corpo.

Ao longo do ano recebe a visita de milhares de turistas, nacionais e estrangeiros, atraídos pela beleza da paisagem bucólica. É junto à Fonte Grande que se realizam os tradicionais festejos do 1º de Maio e festivais de folclores, que dão movimento, cor e alegria a toda a aldeia de Alte.

De salientar o bom acolhimento e a hospitalidade dos altenses, gente generosa que cultiva a arte de bem receber.

A Fonte Grande sempre foi musa inspiradora para poetas, um sítio com histórias e curiosidades, lugar de conversas e cantos em noites de luar."


Fonte; http://web.mac.com/josecanelas/visitalte/fontes.html


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Rio Guadiana




















Mértola















Pedrogão do Alentejo















Vila Real Stº. António















Pomarão

"O rio Guadiana nasce a uma altitude de cerca de 1700 m, junto às Lagunas de La Ruidera, na província espanhola de Albacete e desagua no oceano Atlântico, entre a cidade de Vila Real de Santo António e Ayamonte (Espanha).

Um dos três grandes rios luso-espanhóis, o rio guadiana percorre uma extensão de 829 km. O rio é navegável nos últimos 68 Km, de Mértola até a foz, variando a sua largura entre 100 e os 500 metros.

O rio Guadiana faz por duas vezes fronteira entre Portugal e Espanha, entre o rio Caia e a ribeira de Cucos e depois desde o rio Chança até à foz, percorrendo 260 Km em Portugal, dos quais 110 servem de fronteira com Espanha.

A bacia hidrográfica do rio Guadiana tem uma área de 66.800 km² , em território português corresponde a 17 % e no espanhol a 83 %.

O efeito da maré faz-se sentir até às Azenhas de Mértola, a cerca de 70 Km da foz. Todavia, considera-se apenas como estuário a zona entre a foz e o Pomarão.

A designação actual do Rio Guadiana deriva da união do vocábulo árabe para rio (Uádi) com o nome dado ao rio pelos romanos (Ana ou Anas).

No período da ocupação romana (entre o séc. II a.C. ao séc. V), os recursos mineiros da região eram explorados e transportados pelo Rio Guadiana. O Guadiana viria a transformar-se em fronteira entre Portugal e Espanha após a ocupação cristã (séc. XIII) e da Andaluzia (séc. XV).

Nos finais do séc. XIX, transformou-se num importante porto de entrada de barcos de pesca marítima para abastecer as fábricas de conservas.

Actualmente as duas margens do Rio Guadiana são utilizadas maioritariamente por embarcações de recreio."

http://www.guadianaonline.com/?page_id=79




Alentejo





























quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Centro Histórico de Évora
















Praça do Giraldo




















Sé














Templo de Diana




















Arcadas

Cento Histórico de Évora

"A cidade-museu de Évora tem raízes que remontam ao tempo do Império Romano. A cidade ainda conserva, em grande parte no seu núcleo central, vestígios de diversas civilizações e culturas: Celtas, Romanos, Árabes, Judeus e Cristãos influenciaram a cultura eborense. Atingiu a sua época dourada no século XV, quando se tornou residência dos reis de Portugal. A qualidade arquitectónica e artística do casario branco ou decorado com azulejos e varandas de ferro forjado, datadas dos séculos XVI a XVIII, é única. Os monumentos da cidade tiveram também profunda influência na arquitectura portuguesa no Brasil.

O Centro Histórico de Évora, formado por ruas estreitas e travessas, pátios e largos, tem uma área de 107 hectares e é claramente demarcado pelas muralhas medievais, com extensão de mais de 3 km.

No lado sul da antiga Cerca encontra-se a Praça do Giraldo, da qual divergem as vias principais em estrutura radial."

Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Histórico_de_Évora

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Castelo de Beja
















































Castelo de Beja

"A dominar a paisagem desta zona do Alentejo, com a sua Torre de Menagem, a Fortaleza de Beja tem as características das fortificações portuguesas, mas é suposto que as suas origens remontem à época Romana, tendo sido modificada e ampliada ao longo dos séculos. Depois de algumas tentativas de conquista desta cidade aos árabes, por D. Afonso Henriques, só em 1162, Fernão Gonçalves, a conquista, para ser de novo recuperada pelos árabes e só em 1200, a cidade é definitivamente conquistada para a coroa portuguesa, concedendo-lhe o Rei D. Afonso III, o Foral, em 1254, procedendo também á sua reconstrução, já que nessa época se encontrava muito arruinada e despovoada. Beja esteve sob o domínio árabe desde, 715, foi atacada por diversas vezes pelos reinos da península, resistindo sempre até à conquista portuguesa, sendo exemplos das tentativas de conquista, em 718, as de Afonso I de Leão e Astúrias e de Fruela I de Oviedo, terminando em 1037, com a de Fernando Magno de Leão. A Torre de Menagem deve-se ao Rei D. Dinis, que a mandou edificar em 1310, é considerada um dos melhores exemplos de arquitectura medieval, tem aproximadamente, 40 metros de altura e a escadaria de acesso possui 198 degraus. Para além de ser considerada a mais alta da Península Ibérica, tem ainda a particularidade de ter sido toda construída em mármore. À semelhança de outras cidade medievais, Beja também tinha uma cintura de muralhas que protegia a área urbana, chegou a ter sete portas principais, designadas por, «Portas de Évora», «Portas de Aviz», «Portas de Mértola», «Portas de Aljustrel», «Portas de Moura», «Portas de São Sisenando» e «Portas da Corredoura». Interessante também nesta fortificação é a Alcáçova, situada na Praça de Armas, que terá sido construída por D. João II, em 1485, para albergar os Infantes D. Isabel de Castela e D. Afonso de Portugal, considerada de grande valor patrimonial e arquitectónico"