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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Alvito














Igreja Matriz














Igreja da Misericórdia




















Ermida de S. Sebastião














Pousada de Alvito ( antigo castelo)

"É sede de um município com 264,81 km² de área e 2 720 habitantes (2009)[1], subdividido em 2 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Viana do Alentejo, a leste por Cuba, a sul e oeste por Ferreira do Alentejo e a oeste por Alcácer do Sal.

Os vestígios mais antigos revelam a presença humana na idade do cobre, do bronze e do ferro. Durante o século I, este foi ocupado pelos romanos, que deixaram construção ainda observavel, eg as villae de S. Romão, de S. Francisco e Malk Abraão. Também visigodos e muçulmanos ocuparam posteriormente estas antigas villae[2].

Foi finalmente conquistada pelos Portugueses em 1234, e em 1251 a povoação é doada a D. Estêvão Anes, chanceler-mor do reino, por D. Afonso III e pelos Pestanas de Évora. A partir desta data, sobretudo através da acção do Chanceler, procede-se ao seu repovoamento, passando Alvito a ser uma povoação com dimensões consideráveis para a época[2].

Em 1279 com a morte de D. Estêvão Anes, a vila fica em testamento para a Ordem da Santíssima Trindade, a qual lhe concede carta de foral a 1 de Agosto de 1280, que viria a ser confirmado por D. Dinis em 1283. Em 1387, D. João I doa Alvito a D. Diogo Lobo, em troca dos bons serviços prestados na batalha de Aljubarrota (1385) e na conquista de Évora aos espanhóis (1387), ficando a vila ligada à história desta família ao longo de todo o restante período do regime monárquico[2].

A 24 de Abril de 1475, D. Afonso V concede ao Dr. João Fernandes da Silveira, esposo de D. Maria de Sousa Lobo, o título de Barão, passando Alvito a ser a «cabeça» da primeira baronia instituída em Portugal. Nesta época já a povoação desfrutava de um crescimento acentuado, fruto da conjuntura favorável em que o reino se encontrava e que permitiu um forte crescimento populacional em todo o país[2].

Tal crescimento teve fortes repercussões na economia da vila, dado que Alvito passa a ser um dos principais centros político- económicos de todo o Alentejo, durante o período moderno, tendo quase 1700 habitantes e 364 fogos, segundo as estatísticas do senso de 1527. Este facto justifica o esplendor que se pode observar em muitos monumentos: Castelo, Igreja Matriz, Igreja da Misericórdia, Igreja de Nossa Senhora das Candeias, bem como na representatividade da arte manuelina de Alvito[2].

Na época de transição do séc. XVIII para o séc. XIX, o crescimento e prosperidade de Alvito estagnam, começando o seu declínio a partir de meados do séc. XX, sobretudo durante as décadas de 60 e 80[2]."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Alvito

Ferreira do Alentejo




















Rua Visconde de Ferreira




















Igreja Matriz




















Capela do Cálvario


Ferreira do Alentejo

"Ferreira do Alentejo é uma vila portuguesa pertencente ao Distrito de Beja, região do Alentejo e sub-região do Baixo Alentejo, com cerca de 4 800 habitantes.

É sede de um município com 648,45 km² de área e 8 132 habitantes (2009)[1], subdividido em 6 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Alcácer do Sal e do Alvito, a leste por Cuba e por Beja, a sul por Aljustrel, a sudoeste por Santiago do Cacém e a oeste por Grândola."

Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Ferreira_do_Alentejo

Alte - Fonte Grande








































Fonte Grande

"A Fonte Grande é um postal ilustrado da aldeia cultural de Alte. Património ambiental, fonte de águas cristalinas cercadas por um arvoredo majestoso, local de merendas com mesas e bancos de pedra, é um destino de lazer que convida a belos passeios e piqueniques.

Durante séculos, as águas correntes da ribeira, abastecidas pela Fonte Grande, alimentavam a aldeia, serviam para curtir o esparto, eram utilizadas pelas lavadeiras e regavam as hortas em seu redor. Hoje, após vários melhoramentos, a Fonte Grande é uma verdadeira piscina, aproveitada por muitos para se banharem nas suas águas límpidas que dão saúde ao corpo.

Ao longo do ano recebe a visita de milhares de turistas, nacionais e estrangeiros, atraídos pela beleza da paisagem bucólica. É junto à Fonte Grande que se realizam os tradicionais festejos do 1º de Maio e festivais de folclores, que dão movimento, cor e alegria a toda a aldeia de Alte.

De salientar o bom acolhimento e a hospitalidade dos altenses, gente generosa que cultiva a arte de bem receber.

A Fonte Grande sempre foi musa inspiradora para poetas, um sítio com histórias e curiosidades, lugar de conversas e cantos em noites de luar."


Fonte; http://web.mac.com/josecanelas/visitalte/fontes.html


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Rio Guadiana




















Mértola















Pedrogão do Alentejo















Vila Real Stº. António















Pomarão

"O rio Guadiana nasce a uma altitude de cerca de 1700 m, junto às Lagunas de La Ruidera, na província espanhola de Albacete e desagua no oceano Atlântico, entre a cidade de Vila Real de Santo António e Ayamonte (Espanha).

Um dos três grandes rios luso-espanhóis, o rio guadiana percorre uma extensão de 829 km. O rio é navegável nos últimos 68 Km, de Mértola até a foz, variando a sua largura entre 100 e os 500 metros.

O rio Guadiana faz por duas vezes fronteira entre Portugal e Espanha, entre o rio Caia e a ribeira de Cucos e depois desde o rio Chança até à foz, percorrendo 260 Km em Portugal, dos quais 110 servem de fronteira com Espanha.

A bacia hidrográfica do rio Guadiana tem uma área de 66.800 km² , em território português corresponde a 17 % e no espanhol a 83 %.

O efeito da maré faz-se sentir até às Azenhas de Mértola, a cerca de 70 Km da foz. Todavia, considera-se apenas como estuário a zona entre a foz e o Pomarão.

A designação actual do Rio Guadiana deriva da união do vocábulo árabe para rio (Uádi) com o nome dado ao rio pelos romanos (Ana ou Anas).

No período da ocupação romana (entre o séc. II a.C. ao séc. V), os recursos mineiros da região eram explorados e transportados pelo Rio Guadiana. O Guadiana viria a transformar-se em fronteira entre Portugal e Espanha após a ocupação cristã (séc. XIII) e da Andaluzia (séc. XV).

Nos finais do séc. XIX, transformou-se num importante porto de entrada de barcos de pesca marítima para abastecer as fábricas de conservas.

Actualmente as duas margens do Rio Guadiana são utilizadas maioritariamente por embarcações de recreio."

http://www.guadianaonline.com/?page_id=79




Alentejo





























quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Centro Histórico de Évora
















Praça do Giraldo


































Templo de Diana




















Arcadas

Cento Histórico de Évora

"A cidade-museu de Évora tem raízes que remontam ao tempo do Império Romano. A cidade ainda conserva, em grande parte no seu núcleo central, vestígios de diversas civilizações e culturas: Celtas, Romanos, Árabes, Judeus e Cristãos influenciaram a cultura eborense. Atingiu a sua época dourada no século XV, quando se tornou residência dos reis de Portugal. A qualidade arquitectónica e artística do casario branco ou decorado com azulejos e varandas de ferro forjado, datadas dos séculos XVI a XVIII, é única. Os monumentos da cidade tiveram também profunda influência na arquitectura portuguesa no Brasil.

O Centro Histórico de Évora, formado por ruas estreitas e travessas, pátios e largos, tem uma área de 107 hectares e é claramente demarcado pelas muralhas medievais, com extensão de mais de 3 km.

No lado sul da antiga Cerca encontra-se a Praça do Giraldo, da qual divergem as vias principais em estrutura radial."

Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Histórico_de_Évora

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Castelo de Beja
















































Castelo de Beja

"A dominar a paisagem desta zona do Alentejo, com a sua Torre de Menagem, a Fortaleza de Beja tem as características das fortificações portuguesas, mas é suposto que as suas origens remontem à época Romana, tendo sido modificada e ampliada ao longo dos séculos. Depois de algumas tentativas de conquista desta cidade aos árabes, por D. Afonso Henriques, só em 1162, Fernão Gonçalves, a conquista, para ser de novo recuperada pelos árabes e só em 1200, a cidade é definitivamente conquistada para a coroa portuguesa, concedendo-lhe o Rei D. Afonso III, o Foral, em 1254, procedendo também á sua reconstrução, já que nessa época se encontrava muito arruinada e despovoada. Beja esteve sob o domínio árabe desde, 715, foi atacada por diversas vezes pelos reinos da península, resistindo sempre até à conquista portuguesa, sendo exemplos das tentativas de conquista, em 718, as de Afonso I de Leão e Astúrias e de Fruela I de Oviedo, terminando em 1037, com a de Fernando Magno de Leão. A Torre de Menagem deve-se ao Rei D. Dinis, que a mandou edificar em 1310, é considerada um dos melhores exemplos de arquitectura medieval, tem aproximadamente, 40 metros de altura e a escadaria de acesso possui 198 degraus. Para além de ser considerada a mais alta da Península Ibérica, tem ainda a particularidade de ter sido toda construída em mármore. À semelhança de outras cidade medievais, Beja também tinha uma cintura de muralhas que protegia a área urbana, chegou a ter sete portas principais, designadas por, «Portas de Évora», «Portas de Aviz», «Portas de Mértola», «Portas de Aljustrel», «Portas de Moura», «Portas de São Sisenando» e «Portas da Corredoura». Interessante também nesta fortificação é a Alcáçova, situada na Praça de Armas, que terá sido construída por D. João II, em 1485, para albergar os Infantes D. Isabel de Castela e D. Afonso de Portugal, considerada de grande valor patrimonial e arquitectónico"

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Água de Peixes - Alvito








































Solar de Água de Peixes

"O Solar de Água de Peixes data do início do século XVI e, de algum modo, inspira a tradição do "monte alentejano". Desenvolve-se em torno de um pátio central, com planta regular. Revela um cruzamento estilístico entre o gótico e o manuelino, com elementos decorativos de claras influências mouriscas. Decoram o edifício janelas geminadas com arcos de ferradura, de tijolo. No exterior a capela ostenta típicos contrafortes cilíndricos. É residência particular, actualmente."

Baixo Alentejo









































Baixo Alentejo


"
A região do Alentejo é grande parte do Sul de Portugal, logo acima do Algarve. Nesta região encontramos cidades como Setúbal, Portalegre, Beja… faz fronteiras com oAlgarve pelo sul, comLisboa a norte, com o Oceano Atlântico a oeste e a leste com aEspanha. O Alentejo é uma região que uma área de mais de 30 000 quilómetros quadrados, practicamente uma terça parte dePortugal e sua população é de cerca de um milhão de habitantes, apenas um 7% da população.

O Alentejo, está subdividida em várias zonas, o Alentejo Central, o Litoral, o Alto Alentejo, o Baixo Alentejo, Lezíria do Tejo (Antigo Ribatejo). São mais de 50 os municípios que encontramos nesta região, onde o turismo é uma importante fonte de rendimento. Encontra-se cidades como Cacém,Sines, Portalegre, Setúbal, Beja, Odemira, todas elas cheias deapartamentos, casas rurais,moradias, casas de praia, hotéis e todos os tipos de Alojamento onde poderá desfrutar das suas férias.

O Alentejo é uma região que se encontra numa planície, sem grandes altitudes, onde o descanso e a tranquilidade será uma mais-valia para umas desejadasférias, uma paisagem que se junta com os sobreiros e as oliveiras, tudo rodeado por muralhas, que representam a história desta terra, as suas muralhas, as terras, a natureza, o campo torna o Alentejo numa zona única de Portugal.

Um destino turístico por excelência pode ser encontrado em Zambujeira do Mar, ou Vila Nova de Mil Fontes sem esquecer lugares como Évora, com as suas ruínas romanas, o seu cheiro de história ou Setúbal com as suas praias, qualquer tipo de hotel eapartamentos.

Evidentemente, não se pode esquecer do deliciosopeixe ou marisco desta região de Portugal, que olha pelo mar e pelo interior, mas acima de tudo olha para o passado ao mesmo tempo que preserva um dos mais ricos patrimónios históricos que podem ser encontrados."

Fonte ; http://alentejo.costasur.com/

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Viana do Alentejo














































Viana do Castelo

"Arquitectura militar. Gótica. Monumento típico da arquitectura militar da fase alentejana da reconquista e repovoamento, embora em cota relativamente mais baixa do que os seus congéneres como Portel.
Acesso: Viana do Alentejo, na cota suprema do pequeno monte onde se implanta a Vila, bem visível
Protecção: MN, Dec. 16-06-1910, DG 136 de 23 Junho 1910, ZEP, DG 150 de 30 Junho 1948
Enquadramento: Urbano, na cota suprema de pequena elevação encaixada na vertente N. da Serra de Viana, isolado na periferia da Vila, em destaque
Descrição: Edifício de planta pentagonal, ligeiramente irregular, com a base exposta a S. e a ponta a N., constituído pela articulação de 5 cortinas de muralha, constituindo os lados da figura e 5 torreões cilíndricos fazendo os vértices. Cobertura de adarve sobre as cortinas e de coruchéus de alvenaria exposta sobre os torreões. As fachadas, respectivamente a S., E., O., NE. e NO., rasgadas apenas por estreitas frestas seteiras, são rematadas por merlões e ameias; nas cortinas expostas a S. e a NO. Rasgam-se respectivamente as portas da Matriz, principal, e a da Misericórdia, que se abre directamente para o nártex do templo.
Utilização Inicial: Militar / Residencial
Utilização Actual: Marco histórico-cultural (encerrado)
Propriedade: Pública: estatal
Afectação: IPPAR, DL 106F/92, de 01 Junho
Época Construção: séc. 14
Cronologia: 1313 - fundação, doação do Rei D. Dinis de 100 Lbrs para edificação do Castelo; 1490 (c.) - levantamento e reboco da cortina, ameias e coruchéus
Tipologia: Arquitectura militar. Gótica. Monumento típico da arquitectura militar da fase alentejana da reconquista e repovoamento, embora em cota relativamente mais baixa do que os seus congéneres como Portel (070905001).
Características Particulares: Castelo implantado em cota muito baixa, sujeito às elevadíssimas cumeeiras dominantes da Serra de Viana
Dados Técnicos: Estrutura autónoma, paredes autoportantes
Materiais: Alvenaria de pedra
Bibliografia: ALMEIDA, João de, Roteiro dos Monumentos Militares Portugueses, III, Lisboa, 1948; ESPANCA, Túlio, Distrito de Évora, Concelho de Viana do Alentejo, in Inventário Artístico de Portugal, XIX, SNBA, 1978.
Documentação Fotográfica: DGEMN: DSID
Intervenção Realizada: 1940 - Reparo geral, concerto de paramentos da cortina e ameias"


Pechão

































Pechão

"Pechão é uma freguesia portuguesa do concelho de Olhão, com 20,31 km² de área e 3 033 habitantes (2001). Densidade: 149,3 hab/km². A sua principal actividade é a agricultura.

Pechão é capital de freguesia desde 1593, pertencente ao Termo de Faro, e só em 1826 foi integrada no Termo de Olhão.

É uma pequena aldeia rural, onde abundam as amendoeiras e figueiras que se situa a cerca de 4 km de Olhão e de Faro.

A pequena Igreja de Pechão destaca-se por se encontrar no ponto mais alto da localidade. Daqui encontra-se uma bonita vista que alcança toda a região até ao mar.

Uma curiosidade interessante é que anexa à Igreja, e em plena rua, vemos uma pequena Capela dos Ossos.

Podemos ainda visitar a Fonte Velha, a Casa-Museu de Pechão e o Chalé de Belamandil, o Solar do Torrejão, os moinhos de costa e a nora dos 3 engenhos em Belamandil.

Foi recentemente inaugurado no Largo da Igreja uma pequena galeria onde se realizam exposições temporárias de pintura."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Pech%C3%A3o

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ria Formosa















Ria formosa em Torre D´Aires














Ria Formosa em Olhão














Ria Formosa em Cacela Velha

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Esquecidos no Tempo



























Vila Alva














































Vila Alva
Ruas estreitas e longas, casas caiadas de branco e diversas igrejas espalhadas por todo o aglomerado.
São estes os atributos de Vila Alva, pequena freguesia do concelho de Cuba, que quer ser, cada vez mais, ponto de passagem obrigatório para os turistas que visitam a região.
"Vila Alva já está classificada de aldeia histórica."
Agora falta a outra parte, o marketing, que temos de fazer", revela ao "Correio Alentejo" a presidente da Junta de Freguesia, Rosa Ribeiro, uma mulher apaixonada pela sua terra e que acredita piamente num futuro mais risonho que o presente.
Actualmente, Vila Alva conta cerca de 400 habitantes, na sua maioria idosos.
Ainda assim, a freguesia consegue manter uma situação estável no plano social, sem desemprego e grandes casos de carência.
Daí a autarca encarar o turismo como uma janela de oportunidades para a freguesia dar um salto qualitativo nas condições de vida que oferece aos seus habitantes, a par das tradições – e potencialidades – que tem no sector agrícola, nomeadamente na vinha e no olival.

Santa Luzia











































Santa Luzia

Um cantinho à beira da Ria Formosa, nitidamente voltado para as artes da pesca é caracterizado pelas casinhas de pescadores e pela bela paisagem das águas tranquilas de sapal.
É em Tavira, que encontra esta pérola algarvia, protegida do turismo de massas, oferece ao vistante boa gente e seguramente bons pratos de peixe e marisco.







segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Ilha da Barreta









































Ilha da Barreta

A Praia da Ilha da Barreta encontra-se practicamente por descobrir. O seu estado aparentemente de ilha selvagem, confere-lhe a sua beleza natural, que apenas contrasta pela acção da mão do homem, pela existência de infra-estrututras de praia.
Encontra na ilha um restaurante onde pode seguramente provar as iguarias da região.A ausência de casas ou parque de campismo, torna a Barreta numa praia quase deserta, onde vale a pena dar longos passeios pelo extenso areal e admirar a paisagem envolvente.O percurso até à ilha também é igualmente simpático, com a duração de aproximadamente trinta minutos, pode contemplar a natureza circundante, onde a Ria Formosa dá o seu encanto singular. O custo para fazer a travessia de barco é de três euros e cinquenta cêntimos para adultos e de um euro e cinquenta cêntimos para crianças. Para quem tem o previlégio de ter o seu próprio barco, este será um ponto de paragem obrigatório!

Faro