
Aqui foram deixadas estas âncoras utilizadas na pesca do atum ao longo dos tempos! Antigas âncoras usadas nas armações de captura de atum.

Aqui foram deixadas estas âncoras utilizadas na pesca do atum ao longo dos tempos! Antigas âncoras usadas nas armações de captura de atum.


Igreja Matriz - [1707-2007] 300 Anos
"A majestosa Igreja Matriz, situada mesmo no centro da Vila, é um dos locais mais dignos de serem visitados nesta freguesia, não só pela sua grandiosidade exterior, mas também pela beleza e simbologia do seu Altar Mor.
Não se encontra regularmente aberta ao publico, mas pode ser visitada por prévia marcação junto do Pároco local, ou na Junta de Freguesia [284441762]."
Ermida de Nossa Senhora da Guadalupe
Igreja da Misericórdia
"A Igreja da Misericórdia, situa-se no Largo Fialho de Almeida, antigo Largo da Misericórdia, essa pequena mas muito bonita igreja, abre sempre as suas portas aquando das festividades religiosas, por altura da Páscoa e pelas Festas em Honra de S. Cucufate, o Orago da freguesia.
De salientar que este espaço é frequentemente aproveitado para algumas exposições, tal é a sua beleza e excelente localização."
Ermida de Santo António dos Açores
"A Ermida de Santo António dos Açores destaca-se pelo seu excelente miradouro, vislumbrando todos os concelhos limítrofes, envolta numa vasta e rica paisagem de hortas, olivais e vinhedos, bem característicos desta freguesia.
De salientar que esta, tem boas acessibilidades, para quem lá se queira deslocar, e desfrutar da beleza natural que a envolve e dos frescos do seu interior.

Destacam-se o seu claustro, completo em 1544, e a porta sul, de complexo desenho geométrico, virada para o rio Tejo. Os elementos decorativos são repletos de símbolos da arte da navegação e de esculturas de plantas e animais exóticos. O monumento é consideradopatrimónio mundial pela UNESCO, e em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal.
Encomendado pelo rei D. Manuel I, pouco depois de Vasco da Gama ter regressado da sua viagem à Índia, foi financiado em grande parte pelos lucros do comércio de especiarias. Escolhido o local, junto ao rio em Santa Maria de Belém, em 1502 é iniciada a obra com vários arquitectos e construtores, entre eles Diogo Boitaca (plano inicial e parte da execução) e João de Castilho (novo plano,abóbadas dasnaves e do transepto – esta com uma rede de nervuras em forma de estrela –, pilares, porta sul, claustro, sacristia e fachada) que substitui o primeiro em 1516/17. No reinado de D. João III foi acrescentado o coro alto.
Deriva o nome de ter sido entregue à Ordem de São Jerónimo, nele estabelecida até 1834. Sobreviveu ao sismo de 1755 mas foi danificado pelas tropas invasoras francesas enviadas por Napoleão Bonaparte no início do século XIX.
Inclui, entre outros, os túmulos dos reis D. Manuel I e sua mulher, D. Maria, D. João III e sua mulher D. Catarina, D. Sebastião e D. Henrique e ainda os de Vasco da Gama, de Luís Vaz de Camões, de Alexandre Herculano e de Fernando Pessoa.
Após 1834, com a expulsão das Ordens Religiosas, o templo dos Jerónimos foi destinado a Igreja Paroquial da Freguesia de Santa Maria de Belém.
Numa extensão construída em 1850 está localizado o Museu Nacional de Arqueologia. OMuseu de Marinha situa-se na ala oeste.
Integrou, em 1983, a XVII Exposição Europeia de Arte Ciência e Cultura."

Possui uma haste horizontal acoplada a um eixo vertical que por sua vez está ligado a um sistema de rodas dentadas. Este sistema faz circular um conjunto de alcatruzes entre o fundo do poço e a superfície exterior. Os alcatruzes descem vazios, são enchidos no fundo do poço, regressam e quando atingem a posição mais elevada começam a verter a água numa calha que a conduz ao seu destino. O ciclo de ida e volta dos alcatruzes ao fim do poço para tirar água mantém-se enquanto se fizer rodar a haste vertical e o poço tiver água.
Tradicionalmente as noras são engenhos de tracção animal. Estes engenhos vieram em muitos casos substituir a picota ou cegonhaanteriormente utilizados como engenhos principais para tirar água na Península Ibérica onde se pensa que tenham sido introduzidos pelos árabes."
Grande parte da área corresponde ao sistema lagunar da Ria Formosa, um cordão de ilhas e penínsulas arenosas dispostas paralelamente à costa, protegendo uma laguna que forma um labirinto de sapais, canais, zona de vasa e ilhotes. Este cordão é constituído fundamentalmente pela Península do Ancão (que inclui a incorrectamente chamada "ilha de Faro"), as ilhas da Barreta, Deserta, Farol-Culatra (onde se encontra o farol de Sta Maria e a povoação piscatória da Culatra, frente a Olhão), ilhas da Armona-Fuseta, de Tavira, Cabanas e, finalmente, Península de Cacela. A Convenção de Ramsar (tratado inter-governamental adoptado em 1971 na cidade iraniana de Ramsar) classificou a área como Zona Húmida de Interesse Internacional. Aqui abrigam-se no Inverno espécies de aves do norte e centro da Europa como os: Pato-trombeteiro Símbolo do Parque é o caimão-comum, espécie rara que em Portugal existe e se reproduz exclusivamente nestes lagos algarvios. O flamingo e a águia de asa redonda, a galinhola e o guarda-rios são outras aves que aqui se podem observar. Outro habitante do Parque, quase extinto na Europa, é o camaleão. A nível botânico, a área também é de grande interesse, especialmente pela vegetação das zonas de duna e sapal. A Ria tem também uma importância económica enorme devido à variedade de peixe, marisco e bivalves, sobretudo para Olhão, cidade também conhecida por ser a capital da Ria Formosa. Aqui se cultiva a ameijoa, saindo desta área cerca de 80% do total de exportação do país. A dourada, o robalo ou o camarão da Ria são abundantes. Outra actividade económica importante é a extração de sal em salinas que, actualmente são também zonas de refúgio de algumas espécies. Algumas destas salinas transformaram-se em autênticas indústrias de ponta de aquicultura de peixes, tendo atraído capitais e conhecimento estrangeiro, em colaboração com a investigação que se faz na Universidade do Algarve. O Parque Natural da Ria Formosa tem sede em Olhão (perto do Parque de Campismo de Olhão, em Marim) e oferece aos seus visitantes um percurso pedestre de 3 Km, no qual pode visitar: - uma estação romana do séc. IV, com vestígios de antigos tanques de salga de peixe - um moinho de maré - uma barca de atum que levava o pescado às fábricas de conserva da área - um observatório de aves em liberdade - um aquário anexo ao Centro de Educação Ambiental - Centro de Recuperação de Aves, onde se reabilitam aves feridas - Centro de Reprodução e Criação de Cães-de-Água do Algarve (no Centro de Educação Ambiental de Marim, Parque Natural da Ria Formosa, Quelfes 8700 Olhão, Tlm. 965827149; canil.rf@portugalmail.pt;http://www.caodaguapt.org ) Poderá ainda visitar o Chalet do Poeta João Lúcio onde funciona actualmente umaEcoteca (informações sobre suas actividades em telef.289 700 940 ouecotecadeolhao@gmail.com ). Este Chalet e a extraordinária Quinta da Regaleira (em Sintra) são os únicos exemplos da arquitectura simbolista em Portugal. Da sua açoteia poderá visualizar umapanorâmica sobre a Ria Formosa (clique aqui). Mais informações no Site do Instituto da Conservação da Natureza. |
Localizado na freguesia da Sé e São Pedro, no Largo Conde de Vila Flor, encontra-se rodeado pela Sé de Évora, pelo Tribunal da Inquisição, pela Igreja e Convento dos Lóios, pela Biblioteca Pública de Évora e pelo Museu.
Embora o templo romano de Évora seja frequentemente chamado de Templo de Diana, sabe-se que a associação com a deusa romana da caça originou-se de uma lenda criada noséculo XVII. Na realidade, o templo provavelmente foi construído em homenagem ao imperador Augusto, que era venerado como um deus durante e após seu reinado. O templo foi construído no século I d.C. na praça principal (fórum) de Évora - então chamada de Liberatias Iulia - e modificado nos séculos II e III. Évora foi invadida pelos povos germânicos no século V, e foi nesta época em que o templo foi destruído; hoje em dia, suas ruínas são os únicos vestígios do fórum romano na cidade.
As ruínas do templo foram incorporadas a uma torre do Castelo de Évora durante a Idade Média. A sua base, colunas e arquitraves continuaram incrustadas nas paredes do prédio medieval, e o templo (transformado em torre) foi usado como um açougue do século XIV até 1836. Esta utilização da estrutura do templo ajudou a preservar seus restos de uma maior destruição. Finalmente, depois de 1871, as adições medievais foram removidas, e o trabalho de restauração foi coordenado pelo arquiteto italiano Giuseppe Cinatti.
O templo original provavelmente era similar à Maison Carrée de Nîmes (França). O templo de Évora ainda está com sua base completa (o pódio), feito de blocos de granito de formato tanto regular como irregular. O formato da base é retangular, e mede 15m x 25m x 3.5m de altura. O lado sul da base costumava ter uma escadaria, agora em ruínas.
O pórtico do templo, que não existe mais, era originalmente um hexastilo. Um total de catorze colunas de granito ainda estão de pé no lado norte (traseiro) da base; muitas das colunas ainda têm seus capitéis em estilo coríntio sustentando a arquitrave. Os capitéis e as bases das colunas são feitos de mármore branco de Estremoz, enquanto as colunas e a arquitrave são feitas de granito. Escavações recentes indicam que o templo era cercado por uma bacia hidrográfica."