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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Fuseta - P&B





















































"Fuseta é uma freguesia portuguesa do concelho de Olhão do distrito de Faro, situando-se na região do Sotavento Algarvio, com 0,36 km² de área e 2 146 habitantes (2001). Densidade: 5 961,1 hab/km². Pertenceu ao concelho de Tavira até 1876.

A Fuseta, segundo os relatos históricos mais antigos datados de 1572, era conhecida por “Fozeta” (diminutivo de foz) o que teria tido origem no facto de ali desaguar um ribeiro chamado “ribeiro do tronco”. É descrito como um sítio que pouco a pouco se foi desenvolvendo e aumentando em população até constituir um lugar. Desconhece-se a data em que ali se terá começado a constituir um aglomerado populacional. De início apenas existiam algumas cabanas que serviam para guardar utensílios das armações de pesca que se lançavam naquele local.

Seja como for, a Fuseta não é tão recente como se julga. Já na época das Descobertas se ouvia falar dela, tanto assim que os seus pescadores partiram nas caravelas e, com Gaspar Corte-Real, nobre residente nestas paragens, descobriram a Terra Nova em 1500. Talvez por isso, foram os primeiros portugueses a aventurarem-se nestes mares para a difícil pesca do bacalhau.

Fuseta era a antiga freguesia de Nossa Senhora do Carmo, um curato do concelho de Tavira, ao qual pertenceu, tendo ainda estado anexa à freguesia de Olhão. O seu povoamento iniciou-se com algumas cabanas que eram usadas pelos pescadores para guardar todos os aprestos utilizados na pesca de armação praticada neste local. Mais tarde o número de cabanas foi aumentando, dando-se a fixação de pescadores que desejavam ter uma maior comodidade na barra.

A Capela de Nossa Senhora do Carmo já existiria na freguesia no ano de 1758, numa construção erigida na sequência de um voto feito a essa Santa, devido a um fausto acontecimento. A povoação cresceu de tal forma que os moradores, cento e trinta e dois no total, requereram ao bispo do Algarve, D. Francisco Gomes de Avelar, a independência da freguesia que se encontrava anexada aMoncarapacho, em 1784. A 12 de Março desse ano, a autorização foi concedida pelo bispo D. André, criando-se uma coadjutoria anexa à freguesia na condição de que, se a povoação crescesse mais, seria totalmente separada de Moncarapacho, pagando 9 mil réis ao pároco por ano, 6 mil dos quais seriam aplicados, anualmente, na confraria do Santíssimo Sacramento da Fuseta.

Há registo de que a povoação teria noventa pescadores e seis barcos de pesca em 1790, indo estes pescar para os mares de Laraxe, entre Abril e Setembro. De Outubro ao final da Quaresma a faina tinha por destino os mares de Setúbal, sendo o pescado escoado emLisboa. No ano de 1835, a freguesia ficou isenta de pagar a quantia que devia por determinação do governador do bispado, Dr. António de Santo Ilídio da Fonseca e Silva. Foi neste mesmo ano que o mesmo determinou a construção da igreja paroquial, tendo sido visitada pelo rei D. Carlos I, em 1898. Foi edificada num local elevado, sendo assistida pelos rendimentos do compromisso marítimo de 1825 que separou Fuseta de Tavira. Os pescadores contribuíam não só para o sustento do pároco, mas também para a fábrica da igreja. Os pescadores que iam para as águas de Setúbal davam oitocentos réis para o compromisso e quatrocentos e oitenta para a igreja.

A administração da fábrica da igreja era da responsabilidade de dois homens eleitos, os quais detinham os cargos de fabriqueiro e de escrivão, sendo nomeados pelos marítimos cujo presidente era o pároco. A actividade principal desta Vila continua a ser a pesca e os seus derivados, despontando actualmente o turismo, devido à praia, à proximidade da Ilha da Armona-Fuseta e ao Parque de Campismo que acolhe centenas de visitantes no Verão.

Terra de pescadores, ainda conserva muitas das suas casas de forma cúbica, rematadas por terraços - as açoteias - de onde despontam as curiosas chaminés de balã, características desta zona do Algarve."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Fuseta

Castelo de Mértola - P&B



























































Castelo de Mértola

"O Castelo de Mértola, no Alentejo, localiza-se na vila, Freguesia e Concelho de mesmo nome, Distrito de Beja, em Portugal.

Em posição dominante sobre a povoação, na confluência da ribeira de Oeiras com a margem esquerda do rio Guadiana, controlava a passagem deste último.

Do perímetro defensivo medieval, com uma área de aproximadamente 2.000 m², nos estilos românico e gótico, subsistem:

  • trechos das muralhas exteriores que circundavam a vila, alongando-se até ao rio, reforçadas por cubelos (perímetro externo);
  • o castelo (perímetro interno), com duas torres, destacando-se a de menagem.

Um torreão semi-cilindríco defende e integra o conjunto do portal de entrada do castelo. Através dele, ultrapassando-se um arco, obtém-se acesso a um corredor em cotovelo que comunica com a praça de armas. Ao centro desta, abre-se a cisterna, coberta por abóbada de berço.

A torre de menagem, de planta quadrangular, apresenta embasamento maciço e ergue-se a cerca de trinta metros de altura, coroada por ameias. O acesso ao seu interior é feito por uma porta em arco ogival, para uma ampla e alta sala, coberta por abóbada em cruzaria ogival. Atualmente, nesta sala conserva-se um valioso espólio de pedras lavradas das épocas romana, visigótica, islâmica e portuguesa até ao século XVIII."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Mértola

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

































Capela do Calvário ou de Santa Maria Madalena ou Igreja das Pedras

"Trata-se de um pequeno edifício de arquitectura sui generis cuja localização originária se situava na Rua do Calvário, a sul da vila. O templete, considerado o ex-libris da vila de Ferreira do Alentejo foi, em finais do séc. XIX, apeado e reconstruído no sítio onde hoje se ergue, no início da Avenida Gago Coutinho e Sacadura Cabral.

Trata-se de uma construção de planta cilíndrica, de alvenaria alvinitente e de abóboda cúpular, semi-esférica, sobrepujada, axialmente, por uma lanterneta hexagonal, de pequenas pilastras e remate seccionado com sinal do Redentor, de ferro forjado. Por todo o cilindro, mas sobretudo na cobertura, avistam-se dezenas de pedrinhas, cravadas ao natural, que assinalam a versão bíblica do lançamento de pedregulhos pelo povo hebreu ao Salvador, durante a via-sacra e o caminho do Calvário."

Viana do Alentejo - P&B

































Castelo de Viana do Alentejo

"O Castelo de Viana do Alentejo localiza-se na vila, Freguesia e Concelho de mesmo nome, Distrito de Évora, em Portugal.

Aproximadamente eqüidistante das cidades de Évora e de Beja, o castelo ergue-se no alto de uma elevação, em posição dominante sobre a vila. É considerado, juntamente com o Castelo de Alvito, um dos mais notáveis conjuntos arquitectónicos fortificados do final do período gótico. O seu nome, Viana do Alentejo, liga-se ao título nobiliárquico da família Meneses, primeiros condes de Viana, que se destacaram nas campanhas portuguesas do Marrocos no século XV.

O castelo, de estilo gótico, apresenta além de volumes trecentistas, adornos em estilo manuelino e mudéjar, fruto dos diversos períodos construtivos. Em linhas gerais conserva plantapentagonal irregular, constituída pela articulação de cinco cortinas de muralhas, amparadas por cubelos cilíndricos nos vértices, delimitando o terreiro. O topo destas é percorrido poradarve e os cubelos são arrematados por coruchéus de alvenaria. O maior destes cubelos foi convertido em Torre de Menagem. As fachadas a Sul, Leste, Oes-nordeste e Noroeste são arrematadas por merlões e ameias. Nas cortinas a Sul e a Noroeste rasgam-se, respectivamente a Porta da Matriz e a da Misericórdia, esta última abrindo-se diretamente para o nártexdo templo.

Intramuros, o castelo complementa-se com as edificações das igrejas da Misericórdia e da Matriz, da antiga Câmara Municipal e da Capela de Santo António, valorizados pela harmonia dos belos jardins envolventes."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Viana_do_Alentejo

Castro Marim - P&B













































Castelo de Castro Marim

"O Castelo de Castro Marim localiza-se na vila e Freguesia e Concelho de mesmo nome, no Distrito de Faro, em Portugal.

Fortificação raiana, em posição dominante sobre o chamado monte do Castelo, defendia aquele ponto de travessia sobre a margem direita da foz do rio Guadiana, fronteiro ao Castelo de Ayamonte na margem oposta, hoje na Espanha. Ex-libris da vila, é considerado pelos estudiosos como um dos mais significativos monumentos da Idade Média portuguesa na paisagem da região. Encontra-se integrado na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim, sendo bastante apreciada a vista panorâmica sobre o rio, a zona do Sapal, a serra algarvia, a Espanha, as salinas e as praias daquele litoral.

Em posição dominante sobre um monte, o castelo medieval (também denominado Castelo Velho ou simplesmente Castelejo) apresenta planta planta quadrangular irregular (orgânica), com quatro cubelos cilíndricos nos vértices dos muros, percorrido por adarve, onde se rasgam duas portas, uma a norte e outra a sul, uma das quais encimada por pedra de armas e inscrição epigráfica. No interior da praça de armas, erguem-se edifícios de dois pavimentos adossados aos muros oeste e norte; do lado leste, as ruínas da primitiva alcáçova. Externamente, identificam-se os restos da torre de menagem e de um baluarte que a ladeava.

Ao abrigo da barbacã, de planta triangular, percorrida por adarve, erguem-se a Igreja de São Tiago, a Igreja de Santa Maria, Igreja da Misericórdia e um núcleo museológico, com testemunhos arqueológicos da ocupação da região. No vértice sul ergue-se uma plataforma para artilharia, nos vértices leste e oeste, dois torreões de planta quadrangular, cobertos por terraços nos quais se rasgam portas em arco pleno. Encimando a porta do torreão oeste, uma pedra de armas e uma inscrição epigráfica."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Castro_Marim

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Vila Alva - P&B














Rua da Misericórdia





















Capela do Senhor dos Passos ou Museu de Arte Sacra e Arqueologia de Vila Alva





















Ermida de São João



Vila Alva

"Vila Alva e UMA freguesia portuguesa do concelho de Cuba , com 36,88 km ² de área e 624 Habitantes (2001). Densidade: 16,9 hab km ².

Foi Vila e Sede de concelho comeu 1836, quando anexado ao concelho de Vila de Frades , suprimido also EntreTanto. Era apenas Constituido Pela freguesia tinha e da Sede, in 1801, 713 Habitantes. Nesta aldeia Ainda podem encontrar-se exemplares Belos fazer Típico casario alentejano, de arquitectura popular: Feitas casas de taipa, caiadas de uma CAL, uma grande maioria de piso térreo com Aberturas Poucas. Telhado de UMA OU de Duas Águas coberto de Telhas; vaos tratados SEM guarnecimento de Pedra. Se apresentam ALGUMAS JÁ caixilharia de Vidro, Que fizeram de obras colocar RECENTES, a Maior Parte das casas Apresenta Ainda portadas de madeira inteiriças COM OU UM Dois Postigos, cerrados muitas Vezes, Protegendo o interior da casa do Frio e do Calor excessivos.

História

Vila Alva dados de tempos pré-Históricos. Antas NAS proximidades da Aldeia São Ainda Testemunho da gente de Outros Tempos Que habitaram here. Estás antas estao situadas nd Herdade da Anta de Cima e nd Herdade da Fareloa.

Cre-se Que o topónimo Vila tera derivado de Alguma villa rústica romana existente nd zona, Uma Vez Que FORAM Descobertas Moedas nd zona de Malcabrão , Localidade da Perto. aparece Malcabrão in alguns Parece Documentos e Medievais, alguns em, hum Diferente designar locais de Vila Alva.

Não Ano de 983, Vila Alva FOI Tomada Pelos Mouros, Sendo Mais Tarde reconquistada Por D. Sancho II. DEPOIS Cristã da Conquista e repovoar Pará como Zonas desvastadas de Além-Tejo, doadas FORAM como terras sem Termo de Vila Alva Nobres, Ordens Militares Religiosas e um. Estás terras pertenceram à Ordem do Hospital, AO Convento de Refoio de Basto, outros empreendedorismo. Não Ano de 1305, uma Viúva D. Estefânia Alvarenga e Seu Filho, Martinho Mendes trocam Malcabrão (Vila Alva) EO padroado da Igreja com el-rei D. Dinis. Em Troca, D. Dinis da D. Estefânia um bis Seu Filho o padroado de S. Miguel Lazarim e seiscentas Mais Dinheiro in LIBRAS. Em 1315, D. Dinis doa uma SUA Sobrinha de D. Isabel, FILHA de Seu Irmão D. Afonso, como vilas de Vila Alva, Vila Ruiva , OUTRAS empreendedorismo. Epidêmico A morte de D. Isabel n º Passam SUA FILHA, D. Maria de Portugal e Haro, Passando DEPOIS da SUA Morte parágrafo D. Joana Nunes de Lara, SUA FILHA. DEPOIS da Morte de D. Joana in 1367, D. Fernando I doa, um Préstimo, AO Seu guarda-mor, Vasco Martins de Melo.

Em 1368, D. Fernando doa Vila Alva à SUA FILHA Bastarda D. Isabel EA D. João, Por Que Vontade de Seu pai, D. João casaria com D. Isabel, D. Nesta tendão Isabel Altura 4 anos. O Casamento nao Realizou si, um env casou Infanta Cinco Anos Depois com o Conde D. Afonso, Filho ilegítimo do Rei D. Henrique II de Castela. Passando Vila Alva AO Longo dos Anos Pelas Mãos de Nobres Ordens e Mais.

A Misericórdia de Vila Alva FOI in fundada 1658 Pelo prévia António Pereira, Como o protetor tendão Duque de Cadaval. Vila Alva FOI concelho ouvidor TeVe e, juízes ordinários, vereadores de Três, procurador de concelho, Escrivão da Câmara e alcaide. O concelho FOI in extinto 1836 e incorporado nenhum de Vila de Frades, extinto also. DESDE 1854 Pertence Que AO concelho de Cuba , Sendo uma aldeia SUA Mais Típica."


Fonte; http://terrasdeportugal.wikidot.com/vila-alva