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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Castelo de Mértola - P&B



























































Castelo de Mértola

"O Castelo de Mértola, no Alentejo, localiza-se na vila, Freguesia e Concelho de mesmo nome, Distrito de Beja, em Portugal.

Em posição dominante sobre a povoação, na confluência da ribeira de Oeiras com a margem esquerda do rio Guadiana, controlava a passagem deste último.

Do perímetro defensivo medieval, com uma área de aproximadamente 2.000 m², nos estilos românico e gótico, subsistem:

  • trechos das muralhas exteriores que circundavam a vila, alongando-se até ao rio, reforçadas por cubelos (perímetro externo);
  • o castelo (perímetro interno), com duas torres, destacando-se a de menagem.

Um torreão semi-cilindríco defende e integra o conjunto do portal de entrada do castelo. Através dele, ultrapassando-se um arco, obtém-se acesso a um corredor em cotovelo que comunica com a praça de armas. Ao centro desta, abre-se a cisterna, coberta por abóbada de berço.

A torre de menagem, de planta quadrangular, apresenta embasamento maciço e ergue-se a cerca de trinta metros de altura, coroada por ameias. O acesso ao seu interior é feito por uma porta em arco ogival, para uma ampla e alta sala, coberta por abóbada em cruzaria ogival. Atualmente, nesta sala conserva-se um valioso espólio de pedras lavradas das épocas romana, visigótica, islâmica e portuguesa até ao século XVIII."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Mértola

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

































Capela do Calvário ou de Santa Maria Madalena ou Igreja das Pedras

"Trata-se de um pequeno edifício de arquitectura sui generis cuja localização originária se situava na Rua do Calvário, a sul da vila. O templete, considerado o ex-libris da vila de Ferreira do Alentejo foi, em finais do séc. XIX, apeado e reconstruído no sítio onde hoje se ergue, no início da Avenida Gago Coutinho e Sacadura Cabral.

Trata-se de uma construção de planta cilíndrica, de alvenaria alvinitente e de abóboda cúpular, semi-esférica, sobrepujada, axialmente, por uma lanterneta hexagonal, de pequenas pilastras e remate seccionado com sinal do Redentor, de ferro forjado. Por todo o cilindro, mas sobretudo na cobertura, avistam-se dezenas de pedrinhas, cravadas ao natural, que assinalam a versão bíblica do lançamento de pedregulhos pelo povo hebreu ao Salvador, durante a via-sacra e o caminho do Calvário."

Viana do Alentejo - P&B

































Castelo de Viana do Alentejo

"O Castelo de Viana do Alentejo localiza-se na vila, Freguesia e Concelho de mesmo nome, Distrito de Évora, em Portugal.

Aproximadamente eqüidistante das cidades de Évora e de Beja, o castelo ergue-se no alto de uma elevação, em posição dominante sobre a vila. É considerado, juntamente com o Castelo de Alvito, um dos mais notáveis conjuntos arquitectónicos fortificados do final do período gótico. O seu nome, Viana do Alentejo, liga-se ao título nobiliárquico da família Meneses, primeiros condes de Viana, que se destacaram nas campanhas portuguesas do Marrocos no século XV.

O castelo, de estilo gótico, apresenta além de volumes trecentistas, adornos em estilo manuelino e mudéjar, fruto dos diversos períodos construtivos. Em linhas gerais conserva plantapentagonal irregular, constituída pela articulação de cinco cortinas de muralhas, amparadas por cubelos cilíndricos nos vértices, delimitando o terreiro. O topo destas é percorrido poradarve e os cubelos são arrematados por coruchéus de alvenaria. O maior destes cubelos foi convertido em Torre de Menagem. As fachadas a Sul, Leste, Oes-nordeste e Noroeste são arrematadas por merlões e ameias. Nas cortinas a Sul e a Noroeste rasgam-se, respectivamente a Porta da Matriz e a da Misericórdia, esta última abrindo-se diretamente para o nártexdo templo.

Intramuros, o castelo complementa-se com as edificações das igrejas da Misericórdia e da Matriz, da antiga Câmara Municipal e da Capela de Santo António, valorizados pela harmonia dos belos jardins envolventes."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Viana_do_Alentejo

Castro Marim - P&B













































Castelo de Castro Marim

"O Castelo de Castro Marim localiza-se na vila e Freguesia e Concelho de mesmo nome, no Distrito de Faro, em Portugal.

Fortificação raiana, em posição dominante sobre o chamado monte do Castelo, defendia aquele ponto de travessia sobre a margem direita da foz do rio Guadiana, fronteiro ao Castelo de Ayamonte na margem oposta, hoje na Espanha. Ex-libris da vila, é considerado pelos estudiosos como um dos mais significativos monumentos da Idade Média portuguesa na paisagem da região. Encontra-se integrado na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim, sendo bastante apreciada a vista panorâmica sobre o rio, a zona do Sapal, a serra algarvia, a Espanha, as salinas e as praias daquele litoral.

Em posição dominante sobre um monte, o castelo medieval (também denominado Castelo Velho ou simplesmente Castelejo) apresenta planta planta quadrangular irregular (orgânica), com quatro cubelos cilíndricos nos vértices dos muros, percorrido por adarve, onde se rasgam duas portas, uma a norte e outra a sul, uma das quais encimada por pedra de armas e inscrição epigráfica. No interior da praça de armas, erguem-se edifícios de dois pavimentos adossados aos muros oeste e norte; do lado leste, as ruínas da primitiva alcáçova. Externamente, identificam-se os restos da torre de menagem e de um baluarte que a ladeava.

Ao abrigo da barbacã, de planta triangular, percorrida por adarve, erguem-se a Igreja de São Tiago, a Igreja de Santa Maria, Igreja da Misericórdia e um núcleo museológico, com testemunhos arqueológicos da ocupação da região. No vértice sul ergue-se uma plataforma para artilharia, nos vértices leste e oeste, dois torreões de planta quadrangular, cobertos por terraços nos quais se rasgam portas em arco pleno. Encimando a porta do torreão oeste, uma pedra de armas e uma inscrição epigráfica."


Fonte; http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Castro_Marim

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Vila Alva - P&B














Rua da Misericórdia





















Capela do Senhor dos Passos ou Museu de Arte Sacra e Arqueologia de Vila Alva





















Ermida de São João



Vila Alva

"Vila Alva e UMA freguesia portuguesa do concelho de Cuba , com 36,88 km ² de área e 624 Habitantes (2001). Densidade: 16,9 hab km ².

Foi Vila e Sede de concelho comeu 1836, quando anexado ao concelho de Vila de Frades , suprimido also EntreTanto. Era apenas Constituido Pela freguesia tinha e da Sede, in 1801, 713 Habitantes. Nesta aldeia Ainda podem encontrar-se exemplares Belos fazer Típico casario alentejano, de arquitectura popular: Feitas casas de taipa, caiadas de uma CAL, uma grande maioria de piso térreo com Aberturas Poucas. Telhado de UMA OU de Duas Águas coberto de Telhas; vaos tratados SEM guarnecimento de Pedra. Se apresentam ALGUMAS JÁ caixilharia de Vidro, Que fizeram de obras colocar RECENTES, a Maior Parte das casas Apresenta Ainda portadas de madeira inteiriças COM OU UM Dois Postigos, cerrados muitas Vezes, Protegendo o interior da casa do Frio e do Calor excessivos.

História

Vila Alva dados de tempos pré-Históricos. Antas NAS proximidades da Aldeia São Ainda Testemunho da gente de Outros Tempos Que habitaram here. Estás antas estao situadas nd Herdade da Anta de Cima e nd Herdade da Fareloa.

Cre-se Que o topónimo Vila tera derivado de Alguma villa rústica romana existente nd zona, Uma Vez Que FORAM Descobertas Moedas nd zona de Malcabrão , Localidade da Perto. aparece Malcabrão in alguns Parece Documentos e Medievais, alguns em, hum Diferente designar locais de Vila Alva.

Não Ano de 983, Vila Alva FOI Tomada Pelos Mouros, Sendo Mais Tarde reconquistada Por D. Sancho II. DEPOIS Cristã da Conquista e repovoar Pará como Zonas desvastadas de Além-Tejo, doadas FORAM como terras sem Termo de Vila Alva Nobres, Ordens Militares Religiosas e um. Estás terras pertenceram à Ordem do Hospital, AO Convento de Refoio de Basto, outros empreendedorismo. Não Ano de 1305, uma Viúva D. Estefânia Alvarenga e Seu Filho, Martinho Mendes trocam Malcabrão (Vila Alva) EO padroado da Igreja com el-rei D. Dinis. Em Troca, D. Dinis da D. Estefânia um bis Seu Filho o padroado de S. Miguel Lazarim e seiscentas Mais Dinheiro in LIBRAS. Em 1315, D. Dinis doa uma SUA Sobrinha de D. Isabel, FILHA de Seu Irmão D. Afonso, como vilas de Vila Alva, Vila Ruiva , OUTRAS empreendedorismo. Epidêmico A morte de D. Isabel n º Passam SUA FILHA, D. Maria de Portugal e Haro, Passando DEPOIS da SUA Morte parágrafo D. Joana Nunes de Lara, SUA FILHA. DEPOIS da Morte de D. Joana in 1367, D. Fernando I doa, um Préstimo, AO Seu guarda-mor, Vasco Martins de Melo.

Em 1368, D. Fernando doa Vila Alva à SUA FILHA Bastarda D. Isabel EA D. João, Por Que Vontade de Seu pai, D. João casaria com D. Isabel, D. Nesta tendão Isabel Altura 4 anos. O Casamento nao Realizou si, um env casou Infanta Cinco Anos Depois com o Conde D. Afonso, Filho ilegítimo do Rei D. Henrique II de Castela. Passando Vila Alva AO Longo dos Anos Pelas Mãos de Nobres Ordens e Mais.

A Misericórdia de Vila Alva FOI in fundada 1658 Pelo prévia António Pereira, Como o protetor tendão Duque de Cadaval. Vila Alva FOI concelho ouvidor TeVe e, juízes ordinários, vereadores de Três, procurador de concelho, Escrivão da Câmara e alcaide. O concelho FOI in extinto 1836 e incorporado nenhum de Vila de Frades, extinto also. DESDE 1854 Pertence Que AO concelho de Cuba , Sendo uma aldeia SUA Mais Típica."


Fonte; http://terrasdeportugal.wikidot.com/vila-alva

Alvito - P&B








































Igreja Matriz de Alvito

"Formando um interessante conjunto arquitectónico, a Igreja Matriz de Alvito - consagrada a N. Sra. da Assunção e situada na vila alentejana de Alvito - é um templo manuelino de grande beleza estética, provavelmente levantado entre os finais do século XV e os começos do seguinte.
Reforçada por contrafortes nos flancos, a sua frontaria é marcada por poderosos e sólidos gigantes graníticos de três pisos e rasgados por gárgulas. Entre estes abre-se o portal maneirista, composto por arco de volta perfeita com colunas pinaculadas e rematado superiormente por frontão triangular, sobre o qual se dispõe o imenso janelão do coro, terminando em empena triangular.
Os diversos volumes exteriores do templo são marcados pelos contrafortes laterais com gárgulas, entre os quais estão abertas as janelas do templo. A nave axial é mais alta, amparada por arcos-botantes que descarregam o peso sobre as massas dos contrafortes. A cimalha do templo, bem assim como a nave axial mais elevada, são percorridas por ameias chanfradas e molduradas, nalguns casos intervaladas por esguios coruchéus. A altiva torre sineira eleva-se acima da cabeceira, com a cimalha marcada por pináculos e a cobertura realizada por um coruchéu.
O corpo da igreja é dividido em três naves, a central mais elevada e mais larga, repartidas em quatro tramos e por desenvolvido transepto, este último marcado por arco quebrado - tal como o das capelas colaterais ( capelas funerárias que albergam os túmulos dos Senhores de Alvito) e do arco triunfal -, enquanto os restantes apresentam arcaria plena. Sustentam uma cobertura de abóbadas ogivais de cruzaria, ostentando nas chaves das abóbadas nervuradas do centro a Cruz de Cristo e outros símbolos. Ao fundo da igreja, sobre largo arco abatido, está o coro alto.
Na nave central encontra-se um elegante púlpito em mármore, de linhas clássicas e com balaústres. Nas paredes das naves laterais estão diversos retábulos de talha dourada barroca, expondo várias imagens de santos. Esta decoração exuberante harmoniza-se com o revestimento, a meia altura, dos tapetes de azulejo-padrão do século XVII (c. 1647) e dos painéis superiores com a figuração de santos.
A capela-mor é coberta por uma abóbada de berço com caixotões, pintada com ornamentos seiscentistas. Tem revestimento de mosaico azulejar nas paredes, enquanto o frontal do altar-mor é pintado com uma composição a fresco - onde se observa a Pièta rodeada por anjos, S. João e as Santas Mulheres. O retábulo arranca de uma estrutura em mármore e é uma obra em talha dourada do Barroco Nacional. Sobre o trono escalonado está a padroeira deste templo.
A Igreja Matriz de Alvito foi classificada como Monumento Nacional (M.N.) em 1939."